O ministro das Comunicações, Hélio Costa, um dos pré-candidatos ao Palácio da Liberdade em 2010, mandou no sábado um recado ao Partido dos Trabalhadores, que vive hoje uma disputa entre seus principais líderes estaduais, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel. Segundo ele, uma possível aliança visando à sucessão do governador Aécio Neves (PSDB) só sai do papel se não houver imposição de nomes de candidatos.
“Não adianta alguém querer ser candidato à força. Esse é um caminho que não interessa. Tem que ter viabilidade e apoios”, afirmou no sábado, durante inauguração de uma pista de skate, no Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, que começou a ser construída na administração do antigo secretário municipal da Juventude, Nelson Santos, que já foi assessor do ministro e é filiado ao PMDB.
A crítica do ministro foi dirigida a Pimentel e ao grupo que o apoia no partido. “O ex-prefeito tem se posicionado como candidato irreversível, sem querer dialogar com o PMDB, e isso não ajuda em nada a construção de uma aliança”, afirmou. Hélio Costa disse que, diferentemente de Pimentel, as conversas com Patrus Ananias são mais tranquilas, já que não há imposição antecipada de seu nome para a cabeça da chapa que poderá disputar as eleições para o governo do estado.
O apoio do PMDB também é cobiçado pelo PSDB, que tem como pré-candidato o vice-governador Antonio Augusto Anastasia, e uma possível aliança entre os tucanos e o ministro também vem sendo discutida. Na sexta-feira, o próprio Hélio Costa afirmou, durante cerimônia no Tribunal de Justiça, que seu partido está mais próximo do PSDB do que do PT na disputa pelo Palácio da Liberdade.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/05/31/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=112568/em_noticia_interna.shtml
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domingo, 31 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Desemprego aumenta e vai para 10,8% na Grande BH.
A taxa de desemprego total da Grande Belo Horizonte aumentou em 5,9%, entre março e abril e passou para 10,8%. Mesmo com a entrada de 50 mil pessoas no mercado de trabalho - compensada pela geração de 29 mil postos, o número de desempregados subiu para 287 mil, 21 mil a mais que o registrado em março. Apesar do aumento, a taxa é a menor para o mês desde o início da pesquisa.
Os dados, divulgados nesta quarta pela a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro, mostram ainda que o tempo médio de procura por uma ocupação foi calculado em 41 semanas, duas a mais, se comparado ao mês anterior.
Houve elevação do nível de ocupação no comércio (28 mil) e crescimentos mais moderados na construção civil (2 mil), indústria (2 mil) e no agregado de “outros setores” (5 mil). Nos serviços houve diminuição de 8 mil ocupações.
De acordo com a pesquisa, o rendimento real médio foi estimado em R$1.163 em março, com diminuição de 2,5% em relação ao mês anterior. O salário real médio ficou 2,0% menor e passou a R$ 1.178. O rendimento médio real dos autônomos teve retração ainda maior (7,6%), calculado em R$ 928. Também foi constatada redução no salário médio nos serviços (2,4%), no comércio (1,7%) e na indústria (1,4%).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/27/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112126/em_noticia_interna.shtml
Os dados, divulgados nesta quarta pela a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro, mostram ainda que o tempo médio de procura por uma ocupação foi calculado em 41 semanas, duas a mais, se comparado ao mês anterior.
Houve elevação do nível de ocupação no comércio (28 mil) e crescimentos mais moderados na construção civil (2 mil), indústria (2 mil) e no agregado de “outros setores” (5 mil). Nos serviços houve diminuição de 8 mil ocupações.
De acordo com a pesquisa, o rendimento real médio foi estimado em R$1.163 em março, com diminuição de 2,5% em relação ao mês anterior. O salário real médio ficou 2,0% menor e passou a R$ 1.178. O rendimento médio real dos autônomos teve retração ainda maior (7,6%), calculado em R$ 928. Também foi constatada redução no salário médio nos serviços (2,4%), no comércio (1,7%) e na indústria (1,4%).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/27/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112126/em_noticia_interna.shtml
sábado, 23 de maio de 2009
menina maysa é tirada do programa pergunte a maisa no sbt por estar sofrendo agressoes verbais.
A menina maisa que completou 7 anos,foi tirada do programa sobre a alegaçao que estava fazendo e recebendo agressoes no programa do apresentador silvio santos tambem dono da emissora sbt o que ficou explicito em todas as vezes que a menina maisa foi se apresenta no programa mas quem sempre a provocou foi o apresentador silvio santos foi muita negligencia dos pais e familiares da apresentadora mirim maisa deixa a menina participa de um quadro na tv onde maisa é ridicularizada e ridiculariza so podemos concluir entao que a pequena maisa poderia ser induzida a falar as coisas ou a menina falava as coisas por conta propria o que nao pode mais acontecer pois émuito pequena os pais tem que cortar essas atitudes pois maisa é apenas uma criança e nao pode participa desse tipo de baixaria que vinha acontecendo tambem jornalistas apontam que Há uma escalada de agressão e todo mundo vê e bate palma. Não é colocado limite a Maisa porque o público quer ver o circo pegar fogo cabe aos pais da menina ter tomado uma atitude quando chegou a essa proporçao ainda bem que nos jornalistas da midia e o juizado de menores tomamos uma atitude.
por giovanna/autora do blog/estudante de jornalismo
por giovanna/autora do blog/estudante de jornalismo
Número de casos suspeitos de gripe suína cai para 12.
O Ministério da Saúde informou que baixou de 13 para 12 o número de casos suspeitos de gripe suína no país. Em nota divulgada há pouco, o Ministério anunciou que os casos suspeitos estão sendo monitorados nos Estados de São Paulo (3), Rio de Janeiro (3), Minas Gerais (2), Paraná (2), Distrito Federal (1) e Rondônia (1). Desde o primeiro registro no Brasil, em abril, já foram descartados 300 casos.
O número de casos confirmados da gripe causada pelo vírus H1N1 permanece inalterado. Os nove casos confirmados estão nos Estados do Rio de Janeiro (3), São Paulo (3), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). O último foi informado na quinta-feira.
De acordo com a nota, é uma pessoa que foi contaminada nos Estados Unidos, de onde voltou no último dia 19. Essa pessoa, que mora em São Paulo, procurou o serviço de saúde no dia 20, está em tratamento e passa bem.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/05/23/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=111618/em_noticia_interna.shtml
O número de casos confirmados da gripe causada pelo vírus H1N1 permanece inalterado. Os nove casos confirmados estão nos Estados do Rio de Janeiro (3), São Paulo (3), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). O último foi informado na quinta-feira.
De acordo com a nota, é uma pessoa que foi contaminada nos Estados Unidos, de onde voltou no último dia 19. Essa pessoa, que mora em São Paulo, procurou o serviço de saúde no dia 20, está em tratamento e passa bem.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/05/23/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=111618/em_noticia_interna.shtml
sexta-feira, 22 de maio de 2009
YouTube sofre ataque de vídeos pornográficos.
O site de compartilhamento de vídeos YouTube removeu centenas de vídeos pornográficos baixados por usuários, num ato que está sendo considerado como "um ataque planejado". O material foi baixado sob nomes de adolescentes famosos como Hannah Montana e Jonas Brothers. Muitos dos vídeos começavam com cenas inocentes de crianças para em seguida mostrar adultos tendo relações sexuais.
O Google, proprietário do YouTube, disse estar ciente do problema e que muitos vídeos ainda terão de ser removidos. O porta-voz do Google, Scott Rubin, disse à BBC News que a companhia "desabilitará qualquer conta que tenha sido criada com o propósito de baixar material pornográfico".
Acredita-se que um dos usuários que tenham feito os uploads seja Flonty, um alemão de 21 anos. Ele disse à BBC ter baixado os vídeos "porque o YouTube apaga os vídeos de música" que o ataque teria sido planejado pelo 4Chan, um website que se descreve como a "casa das coisas mais nojentas, estranhas e horrorosas da internet".
Quando indagado se não estaria preocupado com o fato de que muitas crianças poderiam assistir às imagens pornográficas, ele apenas disse que "elas vão encontrar material impróprio na internet de qualquer jeito".
"Este tipo de ataque mostra como é fácil fazer uploads de pornografia em um site acessados por milhões de pessoas todos os dias", disse Flonty.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/05/22/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=111419/em_noticia_interna.shtml
O Google, proprietário do YouTube, disse estar ciente do problema e que muitos vídeos ainda terão de ser removidos. O porta-voz do Google, Scott Rubin, disse à BBC News que a companhia "desabilitará qualquer conta que tenha sido criada com o propósito de baixar material pornográfico".
Acredita-se que um dos usuários que tenham feito os uploads seja Flonty, um alemão de 21 anos. Ele disse à BBC ter baixado os vídeos "porque o YouTube apaga os vídeos de música" que o ataque teria sido planejado pelo 4Chan, um website que se descreve como a "casa das coisas mais nojentas, estranhas e horrorosas da internet".
Quando indagado se não estaria preocupado com o fato de que muitas crianças poderiam assistir às imagens pornográficas, ele apenas disse que "elas vão encontrar material impróprio na internet de qualquer jeito".
"Este tipo de ataque mostra como é fácil fazer uploads de pornografia em um site acessados por milhões de pessoas todos os dias", disse Flonty.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/05/22/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=111419/em_noticia_interna.shtml
domingo, 17 de maio de 2009
Projeto capacita professores de Minas para defender crianças de violência e abusos
Programa vinculado à Faculdade de Direito da UFMG vai expandir experiência bem-sucedida de treinamento de educadores para defender crianças e adolescentes da violência e do abuso
Na calçada da Escola Municipal Raul Saraiva, em Betim, na Grande BH, duas adolescentes, de 13 anos, começam uma briga. Policiais intervêm e acabam com a confusão à base de cassetetes, ferindo as meninas. A cena ocorreu terça-feira passada, mas está longe de ser um episódio isolado: casos de violência e violação dos direitos da criança e do adolescente são parte do cotidiano da instituição. No início do ano, depois de serem advertidas em sala de aula e com medo da repressão dos pais, outras duas estudantes fugiram de casa. Durante a madrugada, foram estupradas. No histórico da escola, há também o caso de uma aluna surrada pela mãe com fio de telefone ou de um menino, de 6, que, por trás da agressividade, carrega o trauma do abandono familiar, sem contar o drama de um jovem vítima de espancamento, que passou três anos em cadeira de rodas.
Histórias como as da escola de Betim se repetem em grande parte das unidades da rede pública de educação. E muitos delas, certamente, ficam encobertas sob as roupas dos alunos ou pela dificuldade do próprio educador de identificar marcas e sinais de agressão. Mas, se essa situação sempre serviu para esconder episódios violentos, também funcionou como ponto de partida para o projeto Proteção em Rede, do Programa Polos de Cidadania, da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma iniciativa que parte, mês que vem, para uma grande empreitada: capacitar em direitos humanos e proteção à criança e do adolescente, por um ano, 500 profissionais, a maioria da rede municipal de educação, da capital e de Ibirité, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, cidades de alto risco social na região metropolitana.
No ano passado, primeiro do projeto, foram formados 427 profissionais em Betim, Contagem, Nova Lima, Itaobim e Teófilo Otoni. O objetivo do projeto, que integra o programa Escola que Protege, do Ministério da Educação (MEC), é frear uma realidade triste e ainda subestimada no estado. De acordo com o Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia), da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, alimentado pelos conselhos tutelares, 47.818 crianças e adolescentes mineiros tiveram direitos violados nos últimos 10 anos. Apesar de o número ser assustador, apenas 22,7% das cidades atualizam regularmente o banco de dados, o que indica que esse número pode ser muito maior.
Governo do estado, Polícia Militar e Ministério Público Estadual não têm levantamento consolidado sobre a violência contra a criança e o adolescente nas 853 cidades mineiras. As informações estão espalhadas pelos conselhos tutelares, delegacias e órgãos de proteção. Estão também escondidas sob o silêncio das vítimas e das famílias, que ainda se constrangem em procurar ajuda. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, de janeiro a março deste ano apenas a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) registrou, na capital, 972 ocorrências de crimes contra pessoas até 18 anos. Na ponta do lápis, são quase 10 casos por dia.
Elos
De acordo com a coordenadora do Proteção em Rede, Marisa Lacerda, a escola, apesar das dificuldades enfrentadas, é o elo fundamental do grupo de defesa e promoção dos direitos infanto-juvenis. “É um espaço privilegiado de encontro, diálogo e cidadania. Os alunos passam, muitas vezes, mais tempo com os educadores do que com a própria família”, afirma. Mas, como a escola sozinha não é capaz de resolver o problema, o projeto convocou para a discussão profissionais da rede de atenção à saúde, assistência social, representantes de organizações não governamentais (ONGs), conselheiros tutelares e promotores. “Mostramos ao professor que ele não está sozinho”, destaca.
Itaobim, no Vale do Jequitinhonha, e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, são conhecidas pela exploração sexual infanto-juvenil. A BR-116 (Rio-Bahia), área de risco permanente pelo alto tráfego de caminhões, corta os dois municípios. Levantamento feito em 2006 pelo Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG nas cidades, a pedido da Secretaria de Direitos Humanos, identificou problemas graves, como vulnerabilidade social e econômica e desestruturação familiar. Nova Lima, Contagem e Betim, eixos importantes de migração na Região Metropolitana de BH, são marcadas pelo crescimento desordenado. “A pobreza e a precariedade não determinam, mas favorecem situações de violência e violação de direitos, exploração sexual e uso de drogas”, comenta Marisa, justificando a escolha dos municípios. Definidos os alvos, começou o trabalho de capacitação, de uso da informação como arma contra os abusos e de formação de uma rede de proteção que se revelou tão positiva que está prestes a se estender a outros milhares de pequenos mineiros.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/17/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=110751/em_noticia_interna.shtml
Na calçada da Escola Municipal Raul Saraiva, em Betim, na Grande BH, duas adolescentes, de 13 anos, começam uma briga. Policiais intervêm e acabam com a confusão à base de cassetetes, ferindo as meninas. A cena ocorreu terça-feira passada, mas está longe de ser um episódio isolado: casos de violência e violação dos direitos da criança e do adolescente são parte do cotidiano da instituição. No início do ano, depois de serem advertidas em sala de aula e com medo da repressão dos pais, outras duas estudantes fugiram de casa. Durante a madrugada, foram estupradas. No histórico da escola, há também o caso de uma aluna surrada pela mãe com fio de telefone ou de um menino, de 6, que, por trás da agressividade, carrega o trauma do abandono familiar, sem contar o drama de um jovem vítima de espancamento, que passou três anos em cadeira de rodas.
Histórias como as da escola de Betim se repetem em grande parte das unidades da rede pública de educação. E muitos delas, certamente, ficam encobertas sob as roupas dos alunos ou pela dificuldade do próprio educador de identificar marcas e sinais de agressão. Mas, se essa situação sempre serviu para esconder episódios violentos, também funcionou como ponto de partida para o projeto Proteção em Rede, do Programa Polos de Cidadania, da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Uma iniciativa que parte, mês que vem, para uma grande empreitada: capacitar em direitos humanos e proteção à criança e do adolescente, por um ano, 500 profissionais, a maioria da rede municipal de educação, da capital e de Ibirité, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, cidades de alto risco social na região metropolitana.
No ano passado, primeiro do projeto, foram formados 427 profissionais em Betim, Contagem, Nova Lima, Itaobim e Teófilo Otoni. O objetivo do projeto, que integra o programa Escola que Protege, do Ministério da Educação (MEC), é frear uma realidade triste e ainda subestimada no estado. De acordo com o Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia), da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, alimentado pelos conselhos tutelares, 47.818 crianças e adolescentes mineiros tiveram direitos violados nos últimos 10 anos. Apesar de o número ser assustador, apenas 22,7% das cidades atualizam regularmente o banco de dados, o que indica que esse número pode ser muito maior.
Governo do estado, Polícia Militar e Ministério Público Estadual não têm levantamento consolidado sobre a violência contra a criança e o adolescente nas 853 cidades mineiras. As informações estão espalhadas pelos conselhos tutelares, delegacias e órgãos de proteção. Estão também escondidas sob o silêncio das vítimas e das famílias, que ainda se constrangem em procurar ajuda. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, de janeiro a março deste ano apenas a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) registrou, na capital, 972 ocorrências de crimes contra pessoas até 18 anos. Na ponta do lápis, são quase 10 casos por dia.
Elos
De acordo com a coordenadora do Proteção em Rede, Marisa Lacerda, a escola, apesar das dificuldades enfrentadas, é o elo fundamental do grupo de defesa e promoção dos direitos infanto-juvenis. “É um espaço privilegiado de encontro, diálogo e cidadania. Os alunos passam, muitas vezes, mais tempo com os educadores do que com a própria família”, afirma. Mas, como a escola sozinha não é capaz de resolver o problema, o projeto convocou para a discussão profissionais da rede de atenção à saúde, assistência social, representantes de organizações não governamentais (ONGs), conselheiros tutelares e promotores. “Mostramos ao professor que ele não está sozinho”, destaca.
Itaobim, no Vale do Jequitinhonha, e Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, são conhecidas pela exploração sexual infanto-juvenil. A BR-116 (Rio-Bahia), área de risco permanente pelo alto tráfego de caminhões, corta os dois municípios. Levantamento feito em 2006 pelo Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG nas cidades, a pedido da Secretaria de Direitos Humanos, identificou problemas graves, como vulnerabilidade social e econômica e desestruturação familiar. Nova Lima, Contagem e Betim, eixos importantes de migração na Região Metropolitana de BH, são marcadas pelo crescimento desordenado. “A pobreza e a precariedade não determinam, mas favorecem situações de violência e violação de direitos, exploração sexual e uso de drogas”, comenta Marisa, justificando a escolha dos municípios. Definidos os alvos, começou o trabalho de capacitação, de uso da informação como arma contra os abusos e de formação de uma rede de proteção que se revelou tão positiva que está prestes a se estender a outros milhares de pequenos mineiros.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/17/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=110751/em_noticia_interna.shtml
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Polícia agride ator de 'Quem quer ser um milionário?'
A casa do ator mirim Azharuddin Mohammed Ismail, que atuou no filme Quem quer ser um milionário?, vencedor de oito Oscar neste ano, foi destruída nesta quinta-feira pelas autoridades de Mumbai, na Índia. Testemunhas disseram que a polícia agrediu o menino com um pedaço de bambu antes de expulsá-lo da casa. As autoridades de Mumbai acusam o menino e a sua família de ocupar ilegalmente um terreno que seria de propriedade do governo.
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai. A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/05/14/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=110384/em_noticia_interna.shtml
A família vivia em um casebre feito de plástico e bambus em uma favela em Bandra East, em Mumbai. A mãe do menino, Shamim Ismail, disse não saber o que vai acontecer agora. "Nossa casa foi destruída pelas autoridades. Não recebemos nenhuma acomodação alternativa. Mais cedo, as autoridades haviam dito que nos dariam uma casa. Mas eu não acredito que isso vai acontecer", disse ela à BBC.
Um dos representantes da prefeitura presente na demolição da casa, Uma Shankar Mistry, disse à BBC que as autoridades destruíram apenas casebres ilegais e temporários que haviam sido construídos recentemente na favela. Ele disse que as casas estavam ocupando uma área que será transformada em um parque público.
Em Quem quer ser um milionário? , Azharuddin Mohammed Ismail interpreta o papel de Salim quando criança. Salim é irmão de Jamal Malik, o protagonista do filme, vivido por Dev Patel.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/05/14/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=110384/em_noticia_interna.shtml
Vaca "mergulha" em piscina na Grã-Bretanha.

Uma vaca não resistiu à piscina de um britânico em Milton Keynes, nos arredores de Londres, e entrou para um mergulho. O dono da casa, Mark Ryder, estava tomando banho quando foi avisado pela mulher da invasão inusitada no jardim. Do lado de fora, encontrou uma vaca dentro da piscina, e outras assistindo à cena.
O animal entrou na parte rasa da piscina. A certa altura, ele tentou saltar para fora da piscina e acabou ficando pendurado. Depois de meia hora, ela teria andado calmamente para a escada e saído da piscina. A vaca sofreu ferimentos leves num dos joelhos, mas voltou ao pasto sem traumas.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/05/14/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=110415/em_noticia_interna.shtml
bbcbrasil.com
assista ao video entrando nesse site acima e aperta la na outra pagina assista ao video.
México vai pedir ressarcimento à OMS por alerta sobre a gripe suína.

Gripe suína
O México pedirá na Assembléia Anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) um "ressarcimento financeiro" por ter alertado o mundo sobre a epidemia de gripe suína, que já matou 64 pessoas, informou nesta quinta-feira o ministro mexicano da Saúde, José Angel Córdova.
"Há uma posição de pedir um apoio de ressarcimento econômico para o país que foi o mais afetado pelo vírus H1N1", disse à imprensa, destacando que o México cumpriu com as normas sanitárias internacionais ao lançar um alerta pela gripe A (H1N1).
"Se o alerta não tivesse sido dado, o dano em saúde e economia para estes países (que registraram casos da doença) teria sido enorme", afirmou o ministro, insistindo que o México deu "informação oportuna, clara e transparente para ter um melhor conhecimento desta doença".
Córdova declarou que depois da síndrome respiratória aguda grave da Ásia (Sars) surgiram os mecanismos de ressarcimento econômico por organismos financeiros internacionais, apesar de ainda não terem sido detalhados e esta é a proposta que o México levará a Genebra.
O ministro citou organismos como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento como as possíveis fontes de ressarcimento, "embora ainda tenha de formalizar e dar mais consistência a este pedido", disse.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/05/14/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=110441/em_noticia_interna.shtml
terça-feira, 12 de maio de 2009
No ritmo atual, Brasil ainda levará décadas para erradicar o analfabetismo.
Brasília - Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferência Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino. Entre as metas estabelecidas, está reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no país até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no país. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. “Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios”, diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (MEC) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender”, afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro.
Constrangimentos
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas. “Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe”, resume a moradora do Rio de Janeiro.
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. “Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino”, alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. “Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia”, alerta Maria Clara.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/05/12/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=110092/em_noticia_interna.shtml
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no país. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 32%, em 1992, para 10%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.
Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferência Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015. “Isso exigiria um esforço muito maior do que o que está sendo feito. A gente espera que o Brasil consiga atingir a meta, mas acho que isso ainda vai permanecer no reino dos desafios”, diz o especialista em educação de jovens e adultos da Unesco, Timothy Ireland.
A principal estratégia do Ministério da Educação (MEC) para reduzir o problema é o programa Brasil Alfabetizado, que dá apoio técnico e financeiro para que municípios e estados criem turmas de jovens e adultos. A meta é atender 2,2 milhões de pessoas em 2009.
"O programa é muito complexo de implementar, não é simples. Isso porque você precisa mobilizar o analfabeto, criar condições de formar o alfabetizador. É um público difícil e as razões para isso estão na história que ele traz. Em geral, o analfabeto tem muito pouca confiança na sua capacidade de aprender”, afirma o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro.
Constrangimentos
Na opinião de especialistas, o analfabetismo também potencializa e multiplica situações de exclusão, além de submeter as pessoas a constrangimentos e a situações de preconceito.
Por não saber ler, a aposentada Áurea Freitas de Souza, 85 anos, conta que precisa de ajuda em tarefas simples do dia a dia, como ler receitas de comidas, de remédios e pagar contas. “Quem não sabe ler nem escrever está na escuridão, fora do mundo. Parece que não existe”, resume a moradora do Rio de Janeiro.
A aposentada criou suas próprias estratégias para driblar as dificuldades decorrentes do analfabetismo. Para pegar ônibus, por exemplo, ela aprendeu a identificar as letras do destino ou os números do veículo. Quando precisa ir ao banco pagar uma conta, sai de casa com o dinheiro contado.
Além de alfabetizar aqueles que não tiveram acesso ao ensino, para encerrar o ciclo do analfabetismo é preciso trabalhar também na outra ponta: garantir a qualidade da educação para que a escola não produza novos analfabetos.
Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Marcelo Medeiros, esse problema é ainda mais grave. “Ainda que essas crianças não sejam analfabetas completas, mas funcionais, elas saem da escola sem capacidade de letramento, sem capacidade de dominar os textos. Isso é preocupante e é sinal do mau funcionamento do sistema de ensino”, alerta.
Os especialistas entrevistados pela Agência Brasil acreditam que os motivos para a persistência do problema estão ligados a campanhas de mobilização ineficazes, à má qualidade do ensino público como um todo e à falta de oferta de cursos de educação de jovens e adultos para que os alfabetizados possam continuar os estudos.
Além de políticas ineficazes, falta consciência social sobre o problema, na avaliação da especialista da USP. “Há uma certa invisibilidade desse tema, como se pudéssemos passar à margem de 14 milhões de brasileiros. Não é um problema residual, nem um problema do passado. É um problema que se repete a cada dia”, alerta Maria Clara.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/05/12/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=110092/em_noticia_interna.shtml
sexta-feira, 8 de maio de 2009
caso isabella:Defesa do casal Nardoni quer novo exame de DNA.
O criminalista Roberto Podval, que defende o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, quer que a Justiça determine que os laudos de DNA sobre a presença de sangue do casal em objetos e no apartamento do casal sejam refeitos. A alegação de Podval é de que o sangue examinado pelos peritos não era de seus clientes. “Eles não forneceram o material sanguíneo utilizado como parâmetro de confronto (exame de DNA) com as amostras coligidas no apartamento e nas roupas ali encontradas”, afirmou o criminalista.
O promotor de Justiça Francisco José Cembranelli, responsável pela acusação, disse na quinta-feira que ainda não havia tomado conhecimento do pedido de concessão da medida cautelar feito pela defesa. Disse que a matéria “é antiga e já havia sido suscitada pela defesa em novembro”. “A ideia da defesa é criar uma dúvida sobre os laudos periciais. Eu não esperava que eles ficassem de braços cruzados, vendo a acusação trabalhar”, afirmou. A reportagem procurou o Instituto de Criminalística (IC), mas não localizou a direção.
A defesa do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de 5 anos, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue para fazer o confronto. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
As supostas amostras de sangue de Anna Carolina coincidiram com o sangue achado na calça que ela vestia e na cadeira de transporte de criança no carro do casal. Já o suposto sangue de Alexandre “apresentou característica de uma mistura compatível com material biológico proveniente de dois ou mais contribuintes sendo um deles, necessariamente um homem”. Podval juntou os laudos e declarações de peritos criminais que teriam admitido não ter achado as guias de recolhimento do sangue de seus clientes.
fonte:http://www.superavit.com.br/
O promotor de Justiça Francisco José Cembranelli, responsável pela acusação, disse na quinta-feira que ainda não havia tomado conhecimento do pedido de concessão da medida cautelar feito pela defesa. Disse que a matéria “é antiga e já havia sido suscitada pela defesa em novembro”. “A ideia da defesa é criar uma dúvida sobre os laudos periciais. Eu não esperava que eles ficassem de braços cruzados, vendo a acusação trabalhar”, afirmou. A reportagem procurou o Instituto de Criminalística (IC), mas não localizou a direção.
A defesa do casal Nardoni, acusado de atirar pela janela do prédio a menina Isabella, de 5 anos, tem por base a alegação da falta do termo de coleta de sangue no processo contra o casal. Também se apresentou cópia de declarações dos réus, afirmando que em nenhum momento os peritos retiraram sangue para fazer o confronto. Segundo Podval, apesar disso, o laudo constatou a coincidência do perfil genético dos materiais biológicos examinados, determinando que eles pertenciam à madrasta e ao pai de Isabella.
As supostas amostras de sangue de Anna Carolina coincidiram com o sangue achado na calça que ela vestia e na cadeira de transporte de criança no carro do casal. Já o suposto sangue de Alexandre “apresentou característica de uma mistura compatível com material biológico proveniente de dois ou mais contribuintes sendo um deles, necessariamente um homem”. Podval juntou os laudos e declarações de peritos criminais que teriam admitido não ter achado as guias de recolhimento do sangue de seus clientes.
fonte:http://www.superavit.com.br/
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Lucro da Vale cai 1% no 1º trimestre, para R$ 3,151 bilhões.
A Vale divulgou nesta noite que seu lucro líquido no primeiro trimestre foi de R$ 3,151 bilhões, o que representa uma queda de 0,97% ante o mesmo período do ano passado. No padrão contábil americano (US Gaap), a queda foi de 32,5%, para US$ 1,363 bilhão. O balanço reflete o desaquecimento do setor siderúrgico no início do ano.
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações, na sigla em inglês) caiu 18%, para R$ 5,446 bilhões. No padrão americano, o Ebitda cedeu 38,8%, para US$ 2,281 bilhões
O volume de vendas de minério de ferro caiu 27%; o de pelotas, 72%, e o de níquel, 10,6%. Na semana passada, a mineradora já havia divulgado relatório de produção dos três primeiros meses do ano. O relatório mostrou queda de 37,1% na produção de minério e de 73,4% na de pelotas, ante o início de 2008.
Segundo a companhia explicou na semana passada, os cortes na produção foram uma resposta à queda da demanda por minérios e metais, que levou à paralisação de minas com custo de produção mais elevado e menor qualidade.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/06/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=109354/em_noticia_interna.shtml
A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações, na sigla em inglês) caiu 18%, para R$ 5,446 bilhões. No padrão americano, o Ebitda cedeu 38,8%, para US$ 2,281 bilhões
O volume de vendas de minério de ferro caiu 27%; o de pelotas, 72%, e o de níquel, 10,6%. Na semana passada, a mineradora já havia divulgado relatório de produção dos três primeiros meses do ano. O relatório mostrou queda de 37,1% na produção de minério e de 73,4% na de pelotas, ante o início de 2008.
Segundo a companhia explicou na semana passada, os cortes na produção foram uma resposta à queda da demanda por minérios e metais, que levou à paralisação de minas com custo de produção mais elevado e menor qualidade.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/06/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=109354/em_noticia_interna.shtml
terça-feira, 5 de maio de 2009
TSE anuncia cancelamento de 551 mil títulos eleitorais
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira o cancelamento de 551.456 títulos eleitorais de eleitores faltosos nas últimas três eleições. São Paulo foi o Estado que teve o maior número de cancelamentos - 145.494, seguido do Rio de Janeiro, 57.488.
O terceiro Estado com mais cancelamentos foi Minas Gerais, com 50.230, seguido de Bahia (35.786) e Paraná (31.063). As quantidades de títulos anulados nos demais Estados podem ser vistas acessando o site do TSE.
Sanções
O eleitor que teve o título eleitoral cancelado não pode se inscrever em concurso ou prova para cargo ou função pública ou neles tomar posse. Não pode ainda receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, bem como de fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo poder público.
Além disso, o eleitor em falta com a Justiça Eleitoral é proibido de participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios, ou das respectivas autarquias. Ele também não pode obter empréstimos em autarquias, sociedades de economia mista, nos institutos e caixas de Previdência Social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo.
O cancelamento do título eleitoral impede ainda que ele obtenha passaporte ou carteira de identidade ou renove matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo. Fica proibido ainda de praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/05/05/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=109101/em_noticia_interna.shtml
O terceiro Estado com mais cancelamentos foi Minas Gerais, com 50.230, seguido de Bahia (35.786) e Paraná (31.063). As quantidades de títulos anulados nos demais Estados podem ser vistas acessando o site do TSE.
Sanções
O eleitor que teve o título eleitoral cancelado não pode se inscrever em concurso ou prova para cargo ou função pública ou neles tomar posse. Não pode ainda receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, bem como de fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo poder público.
Além disso, o eleitor em falta com a Justiça Eleitoral é proibido de participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal, dos municípios, ou das respectivas autarquias. Ele também não pode obter empréstimos em autarquias, sociedades de economia mista, nos institutos e caixas de Previdência Social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo.
O cancelamento do título eleitoral impede ainda que ele obtenha passaporte ou carteira de identidade ou renove matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo. Fica proibido ainda de praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/05/05/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=109101/em_noticia_interna.shtml
sábado, 2 de maio de 2009
Depois da polêmica, Shopping Metrópole reabre neste sábado
O Shopping Metrópole, na Rua da Bahia, Centro da cidade, reabre este sábado as portas, depois de enfrentar dois despejos em menos de um mês. Na sexta-feira, no feriado do Dia do Trabalho, cerca de 150 pequenos lojistas arregaçaram as mangas para levantar, mais uma vez, a estrutura das lojas. Eles tiveram pouco mais de 24 horas para pintar paredes, montar vitrines e organizar as mercadorias, desde a publicação da decisão da 12ª Vara do Tribunal de Justiça, suspendendo a ação de despejo, na noite de quinta-feira.
A intenção era reerguer os negócios a tempo de promover a feira da madrugada, que ocorre tradicionalmente aos sábados, dentro do shopping, atendendo compradores do interior mineiro e de outros estados, como Rio, Espírito Santo, Bahia e Goiás. “Resolvi reformar o espaço para mudar tudo e esquecer esses 25 dias de sofrimento”, diz Joana Oswaldina Lima, que resolveu pintar com tom de pêssego a loja de mesmo sobrenome. Ela calcula ter tido prejuízo, com as portas fechadas, de R$ 2 mil a R$ 3 mil na venda de bolsas.
“Ganhamos três a quatro meses de sossego, mas não é uma situação definitiva. Nesse intervalo, os lojistas que quiserem terão condições de arranjar nova ocupação. Mas não se pode pôr na rua 600 pessoas da noite para o dia em uma época de crise”, afirma Mara Ketlen, administradora do shopping. Segundo ela, dos 250 lojistas, 150 retornariam às atividades neste sábado e os outros 100 durante a semana que vem, incluindo a empresa Renner. Não houve desistências entre o grupo.
Caso nova ação seja ajuizada visando à desocupação do imóvel, será necessário o depósito em juízo de caução equivalente a 12 meses de aluguel, o que, segundo a administração, chegaria a R$ 2,4 milhões. O processo é resultado de briga judicial da família Rennó, protagonizada pelos irmãos Cândido (proprietário do prédio) e Rodrigo (locatário do imóvel). O escritório da Santa Maria Companhia Nacional de Aplicações, que representa o irmão Cândido Rennó, disse que a empresa vai se pronunciar sobre o assunto na semana que vem.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=108737/em_noticia_interna.shtml
A intenção era reerguer os negócios a tempo de promover a feira da madrugada, que ocorre tradicionalmente aos sábados, dentro do shopping, atendendo compradores do interior mineiro e de outros estados, como Rio, Espírito Santo, Bahia e Goiás. “Resolvi reformar o espaço para mudar tudo e esquecer esses 25 dias de sofrimento”, diz Joana Oswaldina Lima, que resolveu pintar com tom de pêssego a loja de mesmo sobrenome. Ela calcula ter tido prejuízo, com as portas fechadas, de R$ 2 mil a R$ 3 mil na venda de bolsas.
“Ganhamos três a quatro meses de sossego, mas não é uma situação definitiva. Nesse intervalo, os lojistas que quiserem terão condições de arranjar nova ocupação. Mas não se pode pôr na rua 600 pessoas da noite para o dia em uma época de crise”, afirma Mara Ketlen, administradora do shopping. Segundo ela, dos 250 lojistas, 150 retornariam às atividades neste sábado e os outros 100 durante a semana que vem, incluindo a empresa Renner. Não houve desistências entre o grupo.
Caso nova ação seja ajuizada visando à desocupação do imóvel, será necessário o depósito em juízo de caução equivalente a 12 meses de aluguel, o que, segundo a administração, chegaria a R$ 2,4 milhões. O processo é resultado de briga judicial da família Rennó, protagonizada pelos irmãos Cândido (proprietário do prédio) e Rodrigo (locatário do imóvel). O escritório da Santa Maria Companhia Nacional de Aplicações, que representa o irmão Cândido Rennó, disse que a empresa vai se pronunciar sobre o assunto na semana que vem.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=108737/em_noticia_interna.shtml
Ministros costuram acordo para eleições em Minas.
Pré-candidatos ao governo do estado, Patrus Ananias e Hélio Costa defendem unidade entre PT e PMDB, apostando também no entendimento nacional entre as duas legendas
Bertha Maakaroun - Estado de Minas
Marta Vieira - Estado de Minas
MARCELO SANT'ANNA/EM/D.A PRESS - 29/8/06

O ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), e o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), afinam o discurso da sucessão ao Palácio da Liberdade. Ambos potenciais pré-candidatos, encetam um namoro entre as legendas, estremecido nas eleições municipais do ano passado, quando PT e PSDB se aliaram em torno da aliança que elegeu o socialista Márcio Lacerda prefeito de Belo Horizonte. Dos dois lados há acenos que apontam para conversas políticas que têm o aval do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, e do vice-presidente da República, José Alencar Gomes da Silva, além do PCdoB, da deputada federal Jô Moraes.
“Temos mantido permanente contato”, disse Hélio Costa ao Estado de Minas, ao repercutir as declarações de Patrus Ananias em defesa da unidade entre as legendas no estado. Em Mariana, na Região Central do estado, onde discursou durante a romaria dos trabalhadores, movimentos sociais e da Igreja Católica para comemorar o Dia do Trabalho, Patrus afirmou: “Tenho uma excelente relação com o ministro. Fazemos parte do mesmo governo e estamos conversando sobre a perspectiva de construir uma unidade em Minas”.
Hélio Costa prosseguiu a sequência de afagos: “Acho que tanto da parte do ministro Patrus quanto da minha, há posicionamento claro de que o PT e o PMDB têm construída uma relação. É preciso aprimorá-la com as campanhas majoritárias para o governo de Minas e para o Senado. Não temos a menor dificuldade de fazer qualquer tratativa com o ministro Patrus”.
Hélio Costa disse ainda que antes de nomes, ele e Patrus vão discutir um projeto político em defesa dos interesses de Minas. “Estamos conversando sobre um projeto para o estado, sem preocupações pessoais”, afirmou Hélio Costa, sem detalhar os termos da composição. Mesmo considerando a política mineira, de certa forma, “independente” em relação aos acordos nacionais, Hélio Costa sugeriu que o acerto local entre as legendas poderá ser ajudado pela composição nacional. “O PMDB é um aliado confiável do governo Lula. Esperamos caminhar juntos. No plano nacional, diria que nunca esteve tão bem o relacionamento entre PT e PMDB e tão próxima uma aliança”, afirmou Hélio Costa.
Assim como Hélio Costa, Patrus evitou detalhar as condições de uma aliança entre as duas legendas. Ele também não comentou como se articularia essa aproximação entre o PT e o PMDB com os interesses de Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, que também é pré-candidato ao governo de Minas e, inclusive, já percorre o estado em campanha. “Essa pergunta deve ser feita a ele”, desconversou Patrus.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/05/02/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=108735/em_noticia_interna.shtml
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Bertha Maakaroun - Estado de Minas
Marta Vieira - Estado de Minas
MARCELO SANT'ANNA/EM/D.A PRESS - 29/8/06

O ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), e o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), afinam o discurso da sucessão ao Palácio da Liberdade. Ambos potenciais pré-candidatos, encetam um namoro entre as legendas, estremecido nas eleições municipais do ano passado, quando PT e PSDB se aliaram em torno da aliança que elegeu o socialista Márcio Lacerda prefeito de Belo Horizonte. Dos dois lados há acenos que apontam para conversas políticas que têm o aval do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, e do vice-presidente da República, José Alencar Gomes da Silva, além do PCdoB, da deputada federal Jô Moraes.
“Temos mantido permanente contato”, disse Hélio Costa ao Estado de Minas, ao repercutir as declarações de Patrus Ananias em defesa da unidade entre as legendas no estado. Em Mariana, na Região Central do estado, onde discursou durante a romaria dos trabalhadores, movimentos sociais e da Igreja Católica para comemorar o Dia do Trabalho, Patrus afirmou: “Tenho uma excelente relação com o ministro. Fazemos parte do mesmo governo e estamos conversando sobre a perspectiva de construir uma unidade em Minas”.
Hélio Costa prosseguiu a sequência de afagos: “Acho que tanto da parte do ministro Patrus quanto da minha, há posicionamento claro de que o PT e o PMDB têm construída uma relação. É preciso aprimorá-la com as campanhas majoritárias para o governo de Minas e para o Senado. Não temos a menor dificuldade de fazer qualquer tratativa com o ministro Patrus”.
Hélio Costa disse ainda que antes de nomes, ele e Patrus vão discutir um projeto político em defesa dos interesses de Minas. “Estamos conversando sobre um projeto para o estado, sem preocupações pessoais”, afirmou Hélio Costa, sem detalhar os termos da composição. Mesmo considerando a política mineira, de certa forma, “independente” em relação aos acordos nacionais, Hélio Costa sugeriu que o acerto local entre as legendas poderá ser ajudado pela composição nacional. “O PMDB é um aliado confiável do governo Lula. Esperamos caminhar juntos. No plano nacional, diria que nunca esteve tão bem o relacionamento entre PT e PMDB e tão próxima uma aliança”, afirmou Hélio Costa.
Assim como Hélio Costa, Patrus evitou detalhar as condições de uma aliança entre as duas legendas. Ele também não comentou como se articularia essa aproximação entre o PT e o PMDB com os interesses de Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, que também é pré-candidato ao governo de Minas e, inclusive, já percorre o estado em campanha. “Essa pergunta deve ser feita a ele”, desconversou Patrus.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/05/02/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=108735/em_noticia_interna.shtml
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