A taxa de desemprego total da Grande Belo Horizonte aumentou em 5,9%, entre março e abril e passou para 10,8%. Mesmo com a entrada de 50 mil pessoas no mercado de trabalho - compensada pela geração de 29 mil postos, o número de desempregados subiu para 287 mil, 21 mil a mais que o registrado em março. Apesar do aumento, a taxa é a menor para o mês desde o início da pesquisa.
Os dados, divulgados nesta quarta pela a Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro, mostram ainda que o tempo médio de procura por uma ocupação foi calculado em 41 semanas, duas a mais, se comparado ao mês anterior.
Houve elevação do nível de ocupação no comércio (28 mil) e crescimentos mais moderados na construção civil (2 mil), indústria (2 mil) e no agregado de “outros setores” (5 mil). Nos serviços houve diminuição de 8 mil ocupações.
De acordo com a pesquisa, o rendimento real médio foi estimado em R$1.163 em março, com diminuição de 2,5% em relação ao mês anterior. O salário real médio ficou 2,0% menor e passou a R$ 1.178. O rendimento médio real dos autônomos teve retração ainda maior (7,6%), calculado em R$ 928. Também foi constatada redução no salário médio nos serviços (2,4%), no comércio (1,7%) e na indústria (1,4%).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/27/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112126/em_noticia_interna.shtml
quarta-feira, 27 de maio de 2009
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