quarta-feira, 22 de julho de 2009

lEmpresa suspeita de adulterar frota na Grande BH

Policiais militares do 39º Batalhão acompanharam dois oficiais de justiça que cumpriram mandado de busca e apreensão na sede da empresa de transporte de gás Aguiar Filhos, com sede no bairro Inconfidentes, em Contagem, na Grande Belo Horizonte. A empresa é suspeita de adulterar placas de veículos da sua frota.

Segundo o tenente Jaime Souza, assim que os oficias começaram a vistoria e fotografaram alguns veículos, o gerente de logística da empresa retirou as placas e as escondeu. Ele será detido e existe a suspeita de que outros chassis e placas estejam adulterados.

Foram apreendidos um caminhão e quatro carretas. O caminhão ficará retido, pois encontra-se carregado. Ainda segundo o policial, há cerca de 20 caminhões no local.

Segundo o tenente, a Polícia Civil e advogados da empresa também estavam no local. A empresa foi pocurada pela reportagem mas não havia se pronunciado até o ínício desta tarde.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/07/22/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=119710/em_noticia_interna.shtml

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Prefeitos e INSS abrem guerra de números

Na briga entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e municípios brasileiros pelos débitos previdenciários, o segundo grupo levou a pior. Embora admita que prefeituras devem ao INSS R$ 22,4 bilhões, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) cobra do órgão R$ 26,7 bilhões – o que representaria um crédito de R$ 4,6 bilhões aos cofres públicos municipais. Já a Secretaria da Receita Federal reconhece uma dívida do INSS de apenas R$ 6,7 bilhões. Para resolver a guerra de números, os prefeitos conseguiram garantir na Lei 11.960/09, aprovada no mês passado pelo Congresso Nacional, a obrigatoriedade de um encontro de contas. Mas bastou uma canetada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que a regra fosse retirada.

O presidente Lula vetou ainda outro ponto primordial para os prefeitos: a adoção da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para a atualização dos débitos (atualmente é pela Selic, índice superior de correção). “Isso não é uma atitude inteligente. A inadimplência (das prefeituras) é hoje muito alta. Seria melhor realizar o encontro de contas e adotar um índice menor de correção para que todos pudessem pagar suas dívidas e resolver seus problemas”, diz a deputada federal Rose de Freitas (PMDB-ES), relatora na Câmara da Medida Provisória (MP) 457/09, convertida em junho na lei que trouxe as novas regras para o parcelamento das dívidas com os municípios.

Para chegar ao volume de R$ 26,7 bilhões devidos pelo INSS, a CNM aponta três fontes de receita: ressarcimento pela contribuição de agentes políticos ao INSS entre 1998 e 2004; compensação referente aos servidores aprovados em concurso público; e abatimento determinado pela Súmula 8 do Supremo Tribunal Federal (STF). Este, aliás, é o maior volume de créditos reclamado pelas prefeituras: R$ 18,9 bilhões. A súmula determina a prescrição de todas as dívidas contraídas há mais de cinco anos. Segundo levantamento da CNM, 63% das cobranças feitas hoje pelo INSS deveriam ser canceladas por estarem fora da regra imposta pelo Supremo.

Bola de neve

Graças às parcelas que devem pagar mensalmente ao INSS, os cofres das prefeituras deixam de receber boa parte dos recursos referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) – repassados pela União nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. De acordo com dados da CNM, 1.367 cidades brasileiras têm na verba mais de 50% de suas receitas. Em outros 3.871, a soma do FPM e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é equivalente a mais da metade da receita.

O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), o prefeito de Conselheiro Lafaiete, José Milton (PSDB), lamenta a polêmica que ainda envolve a dívida previdenciária. Ele conta que o débito total do município que administra com o INSS chega atualmente a R$ 61 milhões. Com um encontro de contas, poderia se ver livre de R$ 8 milhões que são devidos pelo órgão. “Os reparcelamentos representam uma bola de neve e torna as dívidas a cada dia mais impagáveis. Mas por enquanto não temos alternativa”, afirma.

A renegociação é importante para que os inadimplentes consigam certidões negativas de débitos e tenham convênios aprovados. Por isso os prefeitos têm aderido, ao longo dos anos, a novos parcelamentos com as regras e índices impostos pela União. O Ministério da Previdência foi procurado pela reportagem mas não comentou o assunto.

fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/07/20/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=119334/em_noticia_interna.shtml

terça-feira, 14 de julho de 2009

Brasil tenta vencer barreiras que impedem crescimento sustentado do PIB

A economia brasileira voltou a crescer. É o que apontam vários indicadores econômicos recentes. Depois de enfrentar a crise que jogou o PIB mundial para baixo, aos poucos, o Brasil vai se distanciando da turbulência e se preparando para voltar a apresentar taxas robustas de expansão. A questão agora é: o país conseguirá enfim superar os velhos entraves que barram o crescimento sustentado?

Fazer essa pergunta até há poucos dias soaria esnobe. Seria como se preocupar com a decoração e a qualidade dos móveis de uma casa pegando fogo. Mas, agora que o incêndio parece ter passado – ou diminuído sensivelmente –, os analistas voltam a se debruçar sobre os grandes temas da economia brasileira, menos vinculados ao curto prazo. O economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga Belluzzo é um deles. Para Belluzzo, que trabalhou no Ministério da Fazenda na época do Plano Cruzado, o Brasil é um país com vocação para o crescimento (aliás, até os anos 1980, era o país com a maior média de expansão no século 20), mas que precisa urgentemente resolver alguns problemas estruturais. “Estamos em uma sinuca de bico: a economia precisa avançar, mas ainda tem uma base frágil para isso”, afirma.

O Estado de Minas ouviu outros economistas para falar sobre esses entraves. De modo geral, eles citam a infraestrutura deficiente, a má qualidade do gasto público, o marco regulatório confuso e ineficaz, a baixa taxa de investimento (e de poupança), a alta carga tributária e a desigualdade social, aliada à pobreza. Como se vê, não é pouca coisa, o que mostra o tamanho do desafio que o país tem pela frente. O lado bom é que parece ser consensual a necessidade de encarar esse jogo. E, o que é melhor ainda, todos dizem que o momento para isso é agora. Nathan Blanche, sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, afirma que tem se surpreendido com os resultados da economia brasileira desde o início da crise.

“Estamos voltando à normalidade dentro da anomalia de uma crise mundial secular. O Brasil surpreende, dado o tamanho da escassez de crédito e da retranca de movimento de capitais em nível mundial. O desafio agora é recuperar investimentos e o nível de atividade”, acredita. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de investimento no país – formação bruta de capital fixo – fechou os três primeiros meses de 2009 em 16,6% do Produto Interno Bruto. Trata-se do menor número para primeiros trimestres desde 2005, quando ficou em 15,9% de janeiro a março. “O país precisa de investimentos voltados para a infraestrutura, uma vez que a capacidade ociosa das indústrias ainda é grande e isso significa que os investimentos no setor vão demorar mais a acontecer”, aponta.

Para tentar resolver a questão, o governo tem nas mãos o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “O problema é que ele ainda não decolou o suficiente por problemas de licenciamento ambiental, falta de recursos, de definições técnicas e dificuldades políticas”, explica Gilberto Braga, professor de economia do Ibmec no Rio de Janeiro. Como 2010 é ano de eleição presidencial, nem mesmo uma esperada pisada no acelerador em 2009 garantirá um aumento significativo da velocidade de implementação do PAC.

O atraso nas obras do programa coloca em risco, por exemplo, o fornecimento de energia no Brasil em 2012, uma das questões cruciais para o desenvolvimento do país. Além disso, a indefinição de marcos regulatórios como o do pré-sal, que o governo vem anunciando desde o final de 2007, também afugentará investidores e atrasará a produção de petróleo em águas profundas no Brasil. “Os tempos de crise são um momento ideal para investimentos em infraestrutura porque eles preparam o país para os tempos de bonança e geram renda e riqueza”, completa Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

A carga tributária e os maus gastos do governo são outro entrave para o crescimento, lamenta o diretor do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Fernando Steinbruch. Dados da entidade mostram que 2008 foi encerrado com uma carga tributária de 36,5% em relação ao PIB no Brasil. “Esse percentual vem crescendo acima do PIB nos últimos anos e isso indica que a população brasileira está ficando mais pobre”, diz. As despesas de longo prazo do governo federal com a folha de pagamento podem comprometer o lado fiscal do país, funcionando como um empecilho ao crescimento.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/14/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=118584/em_noticia_interna.shtml

domingo, 12 de julho de 2009

Casais à beira do divórcio deveriam ser obrigados a 'dar tempo', diz estudo

Casais à beira do divórcio deveriam ser obrigados a "dar um tempo" de três meses antes de entrarem oficialmente com o pedido na Justiça, segundo recomenda um relatório realizado pela think tank britânica Centre for Social Justice, dirigido pelo ex-líder do Partido Conservador Iain Duncan Smith.

O documento, intitulado "Every Family Matters" ("Toda família tem seu valor", em tradução livre), defende o intervalo de três meses para que maridos e esposas reflitam sobre seu casamento e avaliem a possibilidade de reconciliação.

O relatório sugere ainda que o governo adote uma série de medidas que poderiam "salvar uniões salváveis", como uma rede de centros de aconselhamento psicológico gratuito para casais antes e durante o casamento, seguindo o modelo de um programa adotado na Austrália.

Segundo o documento, noivos deveriam ser incentivados a participar de cursos sobre o casamento.

Expectativas

O documento recomenda também que as autoridades britânicas apliquem incentivos fiscais para estimular o casamento, e critica planos do governo de oferecer direitos a casais não casados.

Em entrevista à BBC, Duncan Smith disse que os jovens de hoje têm "expectativas incrivelmente altas" em relação ao casamento, em comparação com seus avós. "Com tantas famílias desestruturadas vivendo ao redor desses jovens, é até irônica a expectativa que eles colocam no casamento", afirmou. "Mas a ideia de compromisso - de dois vivendo como um - parece estar desaparecendo", completou.

O relatório, a ser publicado nesta segunda-feira, defende ainda que o casamento beneficia toda a sociedade. "As pessoas casadas são estatisticamente mais inclinadas a cumprir a lei e a se envolver em atividades que apoiam a nação", afirma o documento. "O fim do casamento e de outros relacionamentos menos estáveis geram gastos para a sociedade - não apenas os custos de diretos de manter pais solteiros, mas também o impacto indireto em empregos, educação, saúde e criminalidade."
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/07/12/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=118424/em_noticia_interna.shtml

Mel pode ajudar a combater infecções hospitalares, diz estudo

Um estudo realizado na Austrália mostrou que uma variedade de mel típica da Oceania pode ser um eficiente agente no tratamento de infecções de pele e no combate a infecções hospitalares.

Cientistas da Universidade de Sydney descobriram que o mel neo-zelandês conhecido como Manuka contém uma substância altamente tóxica para bactérias, chamada metilglioxal.

“A superbactéria conhecida como MRSA, que é resistente a vários tipos de antibiótico e pode provocar várias infecções graves em hospitais, é altamente suscetível ao mel”, explicou à BBC Dee Carter, um dos autores do estudo.

Segundo o cientista, em tese, o metilglioxal também seria tóxico aos seres humanos. “Mas há outras substâncias no mel que evitam que ele seja tóxico para as células humanas, ao mesmo tempo em que promove a destruição das bactérias”, disse.

Propriedades probióticas

Os pesquisadores esperam que, no futuro, produtos esterilizados à base de mel possam substituir pomadas antibacterianas e anti-sépticas no tratamento de cortes, queimaduras, picadas de inseto e outras doenças de pele.

Mas Carter reconhece que ainda são necessários novos estudos para provar a médicos que o mel Manuka pode ser um poderoso medicamento alternativo.

“Precisamos da ciência por trás disso, e é o que estamos fazendo. Médicos não querem ouvir falar de algo que pode soar como coisa de curandeiro. Eles querem algo com validação científica”, disse.

Outros pesquisadores australianos acreditam que os benefícios do mel vão além do tratamento de problemas de pele. Estudos realizados no país examinaram as propriedades probióticas do alimento, que possui uma parcela de carboidratos que são "quebrados" no intestino delgado, enquanto o resto passa sem ser digerido até o intestino grosso.

“Com o processo, esses açúcares estimulam o desenvolvimento de bactérias saudáveis no intestino, o que por sua vez ajuda a prevenir o acúmulo de toxinas”, explicou à BBC a especialista em alimentos Rosie Stern.

Segundo ela, isso ajuda a evitar males como o câncer intestinal, a síndrome do intestino irritável, a doença de Crohn e a colite ulcerativa.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/07/12/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=118427/em_noticia_interna.shtml

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Adolescente é apreendido com granada em Betim

Um adolescente de 15 anos foi apreendido na noite de quarta-feira com uma granada na Rua Campos Diourique, no Bairro Jardim das Alterosas, em Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Duas garotas de 13 e 17 anos que acompanhavam o menor também foram detidas.

Segundo policiais militares do 33° Batalhão, os jovens foram abordados durante patrulhamento de rotina em um praça da região. O rapaz de 15 anos portava um revólver calibre 38. Na residência dele a polícia encontrou uma granada de uso exclusivo das forças armadas. Foram apreendidos ainda uma réplica de pistola, quatro celulares e R$52.

Ainda segundo a polícia, o menor afirmou que estava armado porque tinha sido ameaçado de morte. Os menores foram encaminhados à 8ª Delegacia Seccional de Betim, onde o caso foi registrado, mas já foram liberados. Os militares vão averiguar a procedência das armas.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/07/09/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=118022/em_noticia_interna.shtml

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Faculdades particulares demitem quase 300 professores.

O ajuste do quadro de professores na Faculdade Estácio de Sá, Fundação Helena Antipoff e no Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH) já levou à demissão de quase 300 docentes nas três instituições. Somente na Estácio de Sá, 70 foram afastados segunda-feira, número que pode chegar a 140 no início do semestre letivo, segundo estimativas do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas). “A faculdade vem cortando em 30% a remuneração dos professores nos últimos anos e estava querendo propor redução de salário para os contratados com piso superior, o que nós não aceitamos”, afirma Gilson Reis, presidente do Sinpro Minas.

Segundo professores demitidos da Estácio de Sá, que não quiseram ser identificados, a proposta era de redução de um terço do salário para manutenção do emprego. “Os contratados antes de 2005 ganhavam cerca de 30% a mais que aqueles admitidos após esse período. O novo diretor tomou posse e solicitou uma solução para esse descompasso dos salários”, afirma um dos dispensados. Diante da situação, os cerca de 140 professores propuseram o corte dos salários, o que não foi aceito pelo sindicato. “Vamos entrar com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para suspensão de demissões futuras e já pedimos que os salários sejam equiparados levando em consideração o piso superior, sem que haja cortes”, explica Gilson.

Outro professor afirmou que a instituição não tentou negociar. “Para abrir mão de parte do salário estávamos solicitando o mínimo de estabilidade e reposição de carga horária, que, nos últimos anos, só vem diminuindo para esses docentes contratados antes de 2005.” No fim da noite, reunião realizada com os professores assegurou vários direitos aos demitidos e aos que quiserem deixar a instituição, segundo Gilson.

PDV

No Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH), 125 professores aderiram ao Programa de Demissões Voluntárias (PDV) e serão desligados no início do semestre letivo. O número representa cerca de 15% do quadro de docentes, que, hoje, totaliza 760 pessoas. Segundo Luiz Edmundo Rosa, vice-presidente de desenvolvimento humano e sustentabilidade do Grupo Ânima, responsável pela manutenção do Uni-BH, a adequação do quadro de professores à grade de currículos é feita semestralmente e a melhor opção encontrada para o ajuste foi o lançamento do PDV. “As adesões foram muito superiores ao que esperávamos”, comemora Rosa.

Os desligados terão direito a R$ 12 mil em créditos na instituição com carência de 24 meses e 10% da remuneração recebida para cada ano trabalhado, respeitando o teto de dois salários. O PDV, porém, causa polêmica. O sindicato contesta a medida e acredita tratar-se de um processo de demissões em massa que pode atingir 200 professores. Ontem foi realizada uma reunião para negociação entre as partes, mas, até o fechamento desta edição, as discussões ainda estavam em andamento.

Sem recursos

Na Fundação Helena Antipoff, em Ibirité, Região Central do estado, todos os 97 professores de ensino superior foram dispensados após mudança da instituição gestora dos recursos financeiros da faculdade. “Quem administrava esses recursos era o Centro de Pesquisas e Projetos Pedagógicos, que acabou sendo extinto devido à falta de recursos proveniente do aumento do índice de inadimplência e redução de alunos. A administração agora passa para as mãos do estado, que se comprometeu a pagar os direitos trabalhistas dos professores, assim como os salários de abril e maio, que estão atrasados”, afirma Teresinha Andrade, diretora da Fundação Helena Antipoff.

Ela garante que ainda há possibilidade de os mestres continuarem a prestar serviços para a instituição. “Enquanto não é realizado concurso público, os professores podem assinar um contrato administrativo de caráter temporário com o estado. Isso está aberto a todos”, garante.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/08/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=117834/em_noticia_interna.shtml

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Venda de veículos no 1º semestre é recorde, diz Anfavea

As vendas de veículos no mercado brasileiro somaram 300.157 unidades em junho deste ano, o que representa uma alta de 21,5% ante maio de 2009 e de 17,2% na comparação com junho de 2008. No acumulado do primeiro semestre deste ano, foram vendidos 1.449.787 veículos, equivalente a um acréscimo de 3% ante igual intervalo do ano passado.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e confirmam recorde histórico de vendas em junho e nos seis primeiros meses deste ano.


Já a produção somou 283.875 unidades no sexto mês de 2009, com uma alta de 8,4% ante maio. Porém, em relação a junho de 2008, a produção de veículos caiu 8,2%. No acumulado de janeiro a junho deste ano, o setor produziu 1.463.707 veículos, o que representa uma retração de 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ainda segundo a Anfavea, as exportações do setor totalizaram US$ 610,008 milhões em junho, o que representa um avanço de 1,5% ante maio e queda de 52,7% na comparação com um ano antes. No mês passado, foram exportadas 38.503 unidades a outros países, com leve alta de 0,1% no confronto com maio e baixa de 4,7% ante junho de 2008.

No acumulado de janeiro a junho de 2009, as vendas externas caíram 51,1% ante igual período de 2008, para US$ 3,369 bilhões. No primeiro semestre deste ano, foram exportadas 199.052 unidades, o que traduz uma baixa de 47,8% ante o primeiro semestre de 2008.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/06/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=117570/em_noticia_interna.shtml

domingo, 5 de julho de 2009

Ator de Harry Potter teve 'ataque de gripe suína.

Rupert Grint, que faz o maguinho ruivo Ron Weasley, teve de se afastar das filmagens mas está de volta, afirmou sua assessoria.

O ator Rupert Grint, que faz o maguinho ruivo Ron Weasley, personagem de Harry Potter, está se recuperando de um “leve ataque” de gripe suína, afirmou sua assessoria de relações públicas.

Não foi informado como o jovem de 20 anos contraiu a doença, mas uma porta-voz do ator disse que ele estará bem para o lançamento de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, o sexto filme da série, cuja première está marcada para a terça-feira em Londres.

A estréia mundial do filme, uma adaptação do romance homônimo da escritora JK Rowling, será no próximo dia 15 de julho.

Por conta do ataque de gripe suína, Grint, que participou de todos os episódios da história do bruxinho até aqui, teve de tirar alguns dias de folga das filmagens do último filme da série, Harry Potter e as Relíquias da Morte, mas já está de volta ao set.

“Em sua ausência foram filmadas cenas que não requeriam sua participação, portanto a filmagem não foi comprometida”, afirmou sua assessoria. Segundo a assessora, Grint não oferece risco de contágio para os colegas.

Estima-se que o número de novos casos de gripe suína na Grã-Bretanha possa bater os 100 mil por dia até o fim de julho.

Ainda assim, as autoridades sanitárias afirmam ainda que o país já passou da fase de "contenção do vírus" para a fase de "tratamento".

Quatro pessoas morreram na Grã-Bretanha em função da gripe suína: duas na Escócia, uma no interior da Inglaterra e outra em Londres.

A capital já é a segunda região mais afetada no país, com mais de 1,9 mil casos, atrás apenas de West Midlands, no oeste da Inglaterra, que registra mais de 2,5 mil casos.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/07/05/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=117452/em_noticia_interna.shtml

quinta-feira, 2 de julho de 2009

IBGE: produção industrial sobe 1,3% em maio ante abril.

A produção industrial brasileira cresceu 1,3% em maio ante abril na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira o IBGE. Foi o quinto resultado positivo consecutivo na atividade da indústria nacional, nesse base de comparação, já descontadas as influências sazonais. Na comparação de maio de 2009 ante maio de 2008, porém, a produção caiu 11,3%, mantendo uma sequência de sete meses seguidos de taxas negativas nessa base de confronto.

No acumulado dos cincos primeiros meses deste ano, a produção industrial acumula queda de 13,9% e, nos últimos 12 meses, recuo de 5,1%, na marca mais baixa desde o início da série histórica do IBGE, iniciada em 1991.

Tendência

Os técnicos do IBGE comentaram, no documento de divulgação da pesquisa industrial, que os dados de maio "reforçam os sinais de recuperação no ritmo da atividade fabril". O índice de média móvel trimestral da produção, que sinaliza uma tendência da atividade, registrou um incremento de 1,1% no trimestre encerrado em maio ante o terminado em abril.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=117100/em_noticia_interna.shtml