terça-feira, 28 de abril de 2009

Lagoa Santa e mais 10 cidades continuam com indefinição na prefeitura.

Renato Weil/EM/D.A Press - 28/4/06

Lagoa Santa continua administrada pelo prefeito Rogério Avelar (PPS), que permanece no cargo por força de liminar, após ter o mandato cassado

O prefeito de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Rogério Avelar (PPS), vai recorrer da decisão de primeira instância que, nesta sexta-feira, cassou seu mandato. No cargo por força de liminar obtida no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ele alegou não ter sido nem sequer citado da decisão da juíza Sandra Sallete da Silvada Justiça Eleitoral da cidade. Como o município, pelo menos outros 10 vivem situação de incerteza quando o assunto é com quem ficará o comando da cidade. O motivo é que os eleitos em 2008 foram cassados e os processos ainda estão em andamento.

A cassação ocorreu por causa de um processo que corre em segredo de Justiça, interposto por Genesco Aparecido Júnior (PMDB) – segundo colocado nas eleições –, acusando Rogério Avelar de corrupção eleitoral e compra de votos. O TRE concedeu liminar no sábado anulando os efeitos da sentença e os dois lados vão recorrer.

O clima de instabilidade na administração municipal também se verifica em Divisa Alegre, no Vale do Jequitinhonha, e Ipaba, no Vale do Aço, onde os segundos colocados no pleito estão no poder. Na primeira cidade, Hélio Ferraz Pereira, que concorria à prefeitura, renunciou à candidatura na véspera do pleito e acabou deixando o lugar para o vice na chapa, José Carlos da Silva (PP), eleito com 46,2% dos votos. A Justiça Eleitoral entendeu que houve má fé e empossou o segundo colocado, Itamar Gama Nascimento Júnior (DEM), e José Carlos entrou com recurso ao TSE que ainda não foi apreciado.

Em Ipaba, também no Vale do Aço, o ex-prefeito José Vieira (DEM), que concorria à reeleição, somou 36,53% dos votos válidos, contra 29,99% do segundo colocado Geraldo da Farmácia (PMDB), mas foi impedido de assumir, pois foi impugnado por irregularidades em seu governo anterior. O ex-prefeito teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por captar R$ 50 mil para investimentos sanitários no povoado de Boachá e não realizar as obras contratadas. Quem assumiu foi Geraldo da Farmácia.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/04/28/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=108137/em_noticia_interna.shtml
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