O governo prorrogou por mais três meses a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos automóveis, com retorno gradual da taxação, depois desse prazo. Os caminhões ficam isentos do imposto até 31 de dezembro. Os eletrodomésticos da chamada linha branca (geladeiras, fogões e máquinas de lavar) ficarão livres do IPI até 31 de outubro.
No caso do material de construção, a prorrogação foi por seis meses. Também foi prorrogada a desoneração de PIS e Cofins do trigo, da farinha e do pão francês por mais 18 meses. Para máquinas e equipamentos destinados à indústria, o governo anunciou a redução de IPI em 70 itens.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, o Conselho Monetário Nacional decide terça-feira a redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) dos atuais 6,25% para 6%. A TJLP é usada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos empréstimos para empresas.
Anunciada no início de dezembro do ano passado, a medida tem o objetivo de preservar empregos e ajustar gradualmente a promover as vendas no setor automotivo. Desde 12 de dezembro, carros de até mil cilindradas, que pagavam alíquota de 7% de IPI, estão isentos do tributo.
Acima disso, continuaram recolhendo o IPI, mas em bases menores. Para os carros de 1.001 a 2 mil cilindradas, a taxa caiu de 13% para 6,5% (a gasolina) e de 11% para 5,5% (a álcool e flex); de 2 mil cilindradas em diante ficaram mantidas as alíquotas de 25% (gasolina) e de 18% (álcool e flex). No caso das picapes de até mil cilindradas, consideradas veículos leves, a queda foi de 8% para 1%, qualquer que seja o combustível.
Em abril o governo também reduziu por três meses a alíquota do IPI de geladeiras de 15% para 5%, de máquinas de lavar de 20% para 10%, do tanquinho de 10% para zero e do fogão de 5% para zero. Na mesma linha, o governo reduziu itens da construção civil. Os estímulos à economia foram decididos diante da crise econômica mundial. Só no caso dos automóveis a renúncia fiscal estimada, segundo a Receita Federal, chega a R$ 1,08 bilhão até o final deste mês.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/29/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=116620/em_noticia_interna.shtml
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Com mais 70 casos, Brasil tem 522 com gripe suína
O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira mais 70 casos confirmados de gripe suína no País, elevando para 522 o número de infectados. E tendência é de que esse número continue avançando, afirmou o titular da pasta, José Gomes Temporão. "Nós teremos um aumento do número de casos nos próximos dias", disse, em entrevista coletiva em Brasília.
O ministro atribuiu essa perspectiva à chegada do inverno, ao crescimento do número de casos no mundo e ao início das férias. Temporão reiterou, entretanto, que a situação no Brasil é de tranquilidade. "É uma doença com a mesma gravidade da gripe que nós temos todos os anos."
Do total de casos confirmados, 260 estão no Estado de São Paulo. Entre os novos casos, a maioria também foi registrada em São Paulo (43). Os demais foram detectados em Minas Gerais (6), Paraná (5), Distrito Federal (5), Rio de Janeiro (4), Santa Catarina (3), Piauí (2), Espírito Santo (1) e Pará (1).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/26/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=116368/em_noticia_interna.shtml
O ministro atribuiu essa perspectiva à chegada do inverno, ao crescimento do número de casos no mundo e ao início das férias. Temporão reiterou, entretanto, que a situação no Brasil é de tranquilidade. "É uma doença com a mesma gravidade da gripe que nós temos todos os anos."
Do total de casos confirmados, 260 estão no Estado de São Paulo. Entre os novos casos, a maioria também foi registrada em São Paulo (43). Os demais foram detectados em Minas Gerais (6), Paraná (5), Distrito Federal (5), Rio de Janeiro (4), Santa Catarina (3), Piauí (2), Espírito Santo (1) e Pará (1).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/26/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=116368/em_noticia_interna.shtml
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Chileno a trabalho em Minas teve gripe suína.
Um dos 17 novos casos de gripe suína confirmados na terça-feira, durante entrevista coletiva na Secretaria de Estado da Saúde, em Belo Horizonte, é de um chileno que estava a trabalho na cidade de Lagoa da Prata, na Região Centro-Oeste de Minas. O resultado positivo do exame foi divulgado pelo médico Júlio de Castro, do Serviço de Vigilância Epidemiológica do município, e pelo infectologista Léssio Vasconcelos, do Hospital São Carlos. Essa foi a primeira ocorrência do vírus A (H1N1) em Lagoa da Prata.
O chileno de 23 anos passou mal na segunda feira, dia 15 de junho, e foi atendido no Hospital São Carlos, com febre, tosse, dor de garganta e dor no corpo. Como o paciente veio de um país onde já foram registrados mais de 4 mil casos da doença, o jovem foi internado em uma área isolada do hospital, onde permaneceu por seis horas. Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, foi feita uma coleta do material biológico do paciente e ele foi transferido para o Hospital Eduardo Menezes em Belo Horizonte.
O nome da empresa onde o chileno prestou serviços não foi informado. Apesar da confirmação do caso, o infectologista Léssio Vasconcelos disse que não há motivo para preocupação da população. A equipe médica e os funcionários da empresa que tiveram contato com ele estão sendo monitorados. O jovem já recebeu alta e retornou ao Chile.
Balanço
Em Minas, já são 42 casos confirmados da gripe suína e 47 pessoas estão sendo monitoradas. Outros 92 casos foram descartados. Além do chileno e mais quatro pessoas, uma professora e 11 alunos do Colégio Marista Dom Silvério, na Região Centro-Sul da capital, foram diagnosticados com a doença. As aulas na escola foram suspensas e os estudantes só devem retornar no dia 6 de julho. (Com informações de Débora Moratto/TV Alterosa Divinópolis).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/24/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=115955/em_noticia_interna.shtml
O chileno de 23 anos passou mal na segunda feira, dia 15 de junho, e foi atendido no Hospital São Carlos, com febre, tosse, dor de garganta e dor no corpo. Como o paciente veio de um país onde já foram registrados mais de 4 mil casos da doença, o jovem foi internado em uma área isolada do hospital, onde permaneceu por seis horas. Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, foi feita uma coleta do material biológico do paciente e ele foi transferido para o Hospital Eduardo Menezes em Belo Horizonte.
O nome da empresa onde o chileno prestou serviços não foi informado. Apesar da confirmação do caso, o infectologista Léssio Vasconcelos disse que não há motivo para preocupação da população. A equipe médica e os funcionários da empresa que tiveram contato com ele estão sendo monitorados. O jovem já recebeu alta e retornou ao Chile.
Balanço
Em Minas, já são 42 casos confirmados da gripe suína e 47 pessoas estão sendo monitoradas. Outros 92 casos foram descartados. Além do chileno e mais quatro pessoas, uma professora e 11 alunos do Colégio Marista Dom Silvério, na Região Centro-Sul da capital, foram diagnosticados com a doença. As aulas na escola foram suspensas e os estudantes só devem retornar no dia 6 de julho. (Com informações de Débora Moratto/TV Alterosa Divinópolis).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/24/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=115955/em_noticia_interna.shtml
domingo, 21 de junho de 2009
Plano de Safra soma R$ 107,5 bilhões e foca médio produtor
O governo federal vai destinar R$ 107,5 bilhões ao setor agrícola, de acordo com o Plano de Safra 2009/2010 divulgado neste domingo em Londrina, no Paraná, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes. De acordo com ele, o foco central será o incentivo ao médio produtor rural, ao cooperativismo e à produção agropecuária sustentável. O total previsto acrescenta mais 37% de recursos para o crédito rural em relação ao Plano Agrícola e Pecuário do período anterior. Para a nova safra, a agricultura comercial contará com R$ 92,5 bilhões e a familiar terá R$ 15 bilhões.
Os programas de investimento para a safra 2009/2010 vão contar com R$ 14 bilhões, um avanço de 37% em relação ao plano anterior. Entre as novidades, está a criação do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), que contará com R$ 2 bilhões. Além disso, serão ampliados o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger Rural), cuja verba subirá de R$ 2,9 bilhões para R$ 5 bilhões, e o Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa), com alta de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão.
Os recursos para custeio e comercialização a juros controlados serão acrescidos em 20,8%, para R$ 54,2 bilhões. Os preços mínimos fixados para 33 culturas foram reajustados em até 65%, informou o ministério. Entre as culturas cujos valores serão aumentados estão o arroz (20%), o leite (15%), a raiz de mandioca (12%), a soja (10%) e o milho (6%). Para a safra 2009/2010, o governo aumentará de 25 para 39 o número de culturas contempladas pelo zoneamento agrícola de risco climático, programa que tem por objetivo reduzir as perdas nas lavouras ocasionadas pelo clima.
Médio produtor e cooperativas
O médio produtor agrícola terá na safra 2009/2010 R$ 5 bilhões para financiar a lavoura, uma alta de 72% nos recursos previstos no ciclo anterior. Esses recursos serão ofertados por meio do Proger Rural, programa que foi reformulado pelo ministério para facilitar o acesso ao crédito com condições facilitadas. Além da ampliação do volume financeiro, o programa dobrou o limite de renda do produtor que pode ter acesso aos recursos. Agora, será necessário comprovar uma renda superior a R$ 110 mil e inferior a R$ 500 mil. Os limites de crédito para custeio, investimento e comercialização, subiram de R$ 150 mil para R$ 250 mil.
O cooperativismo, responsável por quase 40% da produção nacional de grãos, foi contemplado no Plano de Safra com R$ 2 bilhões por meio do Procap Agro, programa criado para desenvolver a ampliação do capital de giro e a reestruturação patrimonial das cooperativas de produção agropecuária, agroindustrial, aquícola e pesqueira.
Segundo as regras do programa, os recursos poderão financiar a aquisição ou a integralização das cotas-parte do capital social das cooperativas e também será possível aumentar o capital de giro associado ou não a um projeto de investimento, além do saneamento financeiro da cooperativa. O limite de financiamento será de R$ 25 mil por associado e o limite da cooperativa foi fixado em R$ 50 milhões. A linha de crédito, com prazo de reembolso de até seis anos, tem taxa de juro anual de 6,75%.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/21/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=115503/em_noticia_interna.shtml
Os programas de investimento para a safra 2009/2010 vão contar com R$ 14 bilhões, um avanço de 37% em relação ao plano anterior. Entre as novidades, está a criação do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), que contará com R$ 2 bilhões. Além disso, serão ampliados o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger Rural), cuja verba subirá de R$ 2,9 bilhões para R$ 5 bilhões, e o Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa), com alta de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão.
Os recursos para custeio e comercialização a juros controlados serão acrescidos em 20,8%, para R$ 54,2 bilhões. Os preços mínimos fixados para 33 culturas foram reajustados em até 65%, informou o ministério. Entre as culturas cujos valores serão aumentados estão o arroz (20%), o leite (15%), a raiz de mandioca (12%), a soja (10%) e o milho (6%). Para a safra 2009/2010, o governo aumentará de 25 para 39 o número de culturas contempladas pelo zoneamento agrícola de risco climático, programa que tem por objetivo reduzir as perdas nas lavouras ocasionadas pelo clima.
Médio produtor e cooperativas
O médio produtor agrícola terá na safra 2009/2010 R$ 5 bilhões para financiar a lavoura, uma alta de 72% nos recursos previstos no ciclo anterior. Esses recursos serão ofertados por meio do Proger Rural, programa que foi reformulado pelo ministério para facilitar o acesso ao crédito com condições facilitadas. Além da ampliação do volume financeiro, o programa dobrou o limite de renda do produtor que pode ter acesso aos recursos. Agora, será necessário comprovar uma renda superior a R$ 110 mil e inferior a R$ 500 mil. Os limites de crédito para custeio, investimento e comercialização, subiram de R$ 150 mil para R$ 250 mil.
O cooperativismo, responsável por quase 40% da produção nacional de grãos, foi contemplado no Plano de Safra com R$ 2 bilhões por meio do Procap Agro, programa criado para desenvolver a ampliação do capital de giro e a reestruturação patrimonial das cooperativas de produção agropecuária, agroindustrial, aquícola e pesqueira.
Segundo as regras do programa, os recursos poderão financiar a aquisição ou a integralização das cotas-parte do capital social das cooperativas e também será possível aumentar o capital de giro associado ou não a um projeto de investimento, além do saneamento financeiro da cooperativa. O limite de financiamento será de R$ 25 mil por associado e o limite da cooperativa foi fixado em R$ 50 milhões. A linha de crédito, com prazo de reembolso de até seis anos, tem taxa de juro anual de 6,75%.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/21/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=115503/em_noticia_interna.shtml
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Congresso Nacional vai discutir fim do diploma de jornalismo
O Congresso Nacional pode entrar na discussão sobre o fim da exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados deve aprovar, na próxima quarta-feira, um requerimento para realização de uma audiência pública sobre a decisão tomada na quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Nesta sexta-feira, o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, afirmou também que o registro de jornalista no Ministério do Trabalho perdeu sentido. Já sobre o reflexo da decisão sobre os concursos públicos, Mendes afirmou que “questões pontuais serão debatidas posteriormente”.
A decisão do STF abre precedentes para que outras profissões que, segundo o ministro, não exigem aporte científico e treinamento específico, também deixem de ser regumentadas. "O tribunal vai ser coerente e dirá que essas profissões podem ser exercidas sem o diploma."
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/19/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=115349/em_noticia_interna.shtml
Nesta sexta-feira, o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, afirmou também que o registro de jornalista no Ministério do Trabalho perdeu sentido. Já sobre o reflexo da decisão sobre os concursos públicos, Mendes afirmou que “questões pontuais serão debatidas posteriormente”.
A decisão do STF abre precedentes para que outras profissões que, segundo o ministro, não exigem aporte científico e treinamento específico, também deixem de ser regumentadas. "O tribunal vai ser coerente e dirá que essas profissões podem ser exercidas sem o diploma."
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/19/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=115349/em_noticia_interna.shtml
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Senadores cobram atitudes concretas após discurso de Sarney
Após o discurso do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em que ele se defendeu das acusações de usar atos secretos para nomear parentes e afirmar que a crise da Casa não é sua, senadores da base do governo e da oposição cobraram atitudes concretas para melhorar a imagem do Senado perante a sociedade.
O líder do PT no Senado, Aloísio Mercadante (SP), ressaltou as medidas moralizadoras adotadas pela atual Mesa Diretora, mas disse que é preciso realizar uma “reforma profunda” na instituição. “São muito importantes as medidas administrativas que vêm sendo tomadas, corrigindo o rumo, aumentando a austeridade, diminuindo desperdícios, mas nós precisamos de uma reforma muito profunda, porque o modelo que o Senado vinha vivendo até então era o modelo que nos levou a essa situação. Não podemos permitir que essa trajetória permaneça”, afirmou o petista, cobrando que todos os atos secretos sejam cancelados.
Para o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), a crise não ocorre apenas no Senado, mas em todos os legislativos. “É verdade que a crise do Legislativo é uma crise geral, internacional e local. É verdade que ela é crise também nas câmaras de vereadores, nas assembléias legislativas, na Câmara dos Deputados e, seguramente, no Senado Federal, mas é de se esperar que o Senado Federal seja, ele, sim, um vetor para que esta crise seja enfrentada, para que ela não seja agravada, ao contrário, seja diminuída”, argumentou Guerra.
O tucano também cobrou uma ampla reforma da Casa. “Não é tapando um buraco aqui, pregando um prego lá na frente, punindo um diretor ali, reduzindo uma determinada permissividade lá na frente, que vamos resolver isso aqui”, acentuou. “Temos de fazer uma grande reforma, corajosa. Essa reforma tem de reduzir este Senado drasticamente. Tem gente demais para trabalho de menos. Somos apenas 81 senadores. Precisamos de um plenário, um gabinete, capacidade de comunicação, assessoria adequada. Para quê tanta gente?”, questionou.
O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), criticou a ausência de medidas concretas no discurso de Sarny, e sugeriu que a Casa escolha o novo diretor-geral por meio de votação no plenário, diferentemente do que ocorre hoje, quando o presidente da Casa nomeia o dirigente. “É inaceitável que um diretor-geral da Casa fique 14 anos no cargo [como foi o caso do ex-diretor Agaciel Maia]. Isso é um grave equívoco, que leva aos desvios administrativos, ao continuísmo, à perda de referência que a alternância de governo sempre dá à democracia e às instituições, que são os grandes fiéis depositários da democracia”.
O senador petista Eduardo Suplicy (SP) lembrou um projeto de resolução, de sua autoria, que propõe a divulgação do nome, cargo, lotação e salário de todos os funcionários da Casa. “Apresentei este projeto que justamente cria transparência em tempo real como a melhor maneira de prevenir problemas”, ressaltou.
Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o Senado passa por uma crise “estarrecedora, de costumes, moral, de decadência de valores, e que não pode ficar acobertada por quem quer que seja”. Ele disse aguardar providências por parte do presidente da Casa. “Penso que nesse momento, difícil para o Senado, sua excelência, do alto da sua história política, do alto da posição que o levou inclusive à Presidência da República do país, tem de chamar a todos para que possam conjurar o Senado. Temos problemas não só de vícios, mas a prática clara de delitos aqui dentro”, disse Torres.
“Temos de abrir, além da sindicância, um processo administrativo disciplinar que vai culminar com a exoneração dos servidores que cometeram esses atos. Se erraram, erraram deliberadamente. Se cometeram crimes, não podemos compactuar com eles”, acrescentou.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/16/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=114882/em_noticia_interna.shtml
O líder do PT no Senado, Aloísio Mercadante (SP), ressaltou as medidas moralizadoras adotadas pela atual Mesa Diretora, mas disse que é preciso realizar uma “reforma profunda” na instituição. “São muito importantes as medidas administrativas que vêm sendo tomadas, corrigindo o rumo, aumentando a austeridade, diminuindo desperdícios, mas nós precisamos de uma reforma muito profunda, porque o modelo que o Senado vinha vivendo até então era o modelo que nos levou a essa situação. Não podemos permitir que essa trajetória permaneça”, afirmou o petista, cobrando que todos os atos secretos sejam cancelados.
Para o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), a crise não ocorre apenas no Senado, mas em todos os legislativos. “É verdade que a crise do Legislativo é uma crise geral, internacional e local. É verdade que ela é crise também nas câmaras de vereadores, nas assembléias legislativas, na Câmara dos Deputados e, seguramente, no Senado Federal, mas é de se esperar que o Senado Federal seja, ele, sim, um vetor para que esta crise seja enfrentada, para que ela não seja agravada, ao contrário, seja diminuída”, argumentou Guerra.
O tucano também cobrou uma ampla reforma da Casa. “Não é tapando um buraco aqui, pregando um prego lá na frente, punindo um diretor ali, reduzindo uma determinada permissividade lá na frente, que vamos resolver isso aqui”, acentuou. “Temos de fazer uma grande reforma, corajosa. Essa reforma tem de reduzir este Senado drasticamente. Tem gente demais para trabalho de menos. Somos apenas 81 senadores. Precisamos de um plenário, um gabinete, capacidade de comunicação, assessoria adequada. Para quê tanta gente?”, questionou.
O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), criticou a ausência de medidas concretas no discurso de Sarny, e sugeriu que a Casa escolha o novo diretor-geral por meio de votação no plenário, diferentemente do que ocorre hoje, quando o presidente da Casa nomeia o dirigente. “É inaceitável que um diretor-geral da Casa fique 14 anos no cargo [como foi o caso do ex-diretor Agaciel Maia]. Isso é um grave equívoco, que leva aos desvios administrativos, ao continuísmo, à perda de referência que a alternância de governo sempre dá à democracia e às instituições, que são os grandes fiéis depositários da democracia”.
O senador petista Eduardo Suplicy (SP) lembrou um projeto de resolução, de sua autoria, que propõe a divulgação do nome, cargo, lotação e salário de todos os funcionários da Casa. “Apresentei este projeto que justamente cria transparência em tempo real como a melhor maneira de prevenir problemas”, ressaltou.
Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o Senado passa por uma crise “estarrecedora, de costumes, moral, de decadência de valores, e que não pode ficar acobertada por quem quer que seja”. Ele disse aguardar providências por parte do presidente da Casa. “Penso que nesse momento, difícil para o Senado, sua excelência, do alto da sua história política, do alto da posição que o levou inclusive à Presidência da República do país, tem de chamar a todos para que possam conjurar o Senado. Temos problemas não só de vícios, mas a prática clara de delitos aqui dentro”, disse Torres.
“Temos de abrir, além da sindicância, um processo administrativo disciplinar que vai culminar com a exoneração dos servidores que cometeram esses atos. Se erraram, erraram deliberadamente. Se cometeram crimes, não podemos compactuar com eles”, acrescentou.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/16/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=114882/em_noticia_interna.shtml
Relatório contra deputado será apresentado ao Conselho de Ética da Câmara.
Brasília - O relatório do processo contra o deputado Edmar Moreira (sem partido-MG) será apresentado nesta quarta-feira ao Conselho de Ética da Câmara. Ele é acusado de uso irregular da verba indenizatória. Moreira teria pago contas de sua empresa de segurança com dinheiro recebido pela atividade parlamentar.
Apesar de não adiantar o conteúdo de seu voto, a expectativa é de que o relator, deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), não absolva o colega e deixe a decisão para o plenário do próprio Conselho de Ética.
O processo contra Edmar, também acusado de não declarar à Receita Federal ser dono de um castelo no interior de Minas Gerais, começou sob polêmica no Conselho de Ética. Isso porque o então relator, deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), declarou estar “se lixando” para a opinião pública e, além disso, fazer comentários favoráveis ao acusado.
Por causa disso, Moraes acabou deixando a relatoria. Ele chegou a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para voltar ao posto, mas teve o pedido rejeitado.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/17/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=114950/em_noticia_interna.shtml
Apesar de não adiantar o conteúdo de seu voto, a expectativa é de que o relator, deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), não absolva o colega e deixe a decisão para o plenário do próprio Conselho de Ética.
O processo contra Edmar, também acusado de não declarar à Receita Federal ser dono de um castelo no interior de Minas Gerais, começou sob polêmica no Conselho de Ética. Isso porque o então relator, deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), declarou estar “se lixando” para a opinião pública e, além disso, fazer comentários favoráveis ao acusado.
Por causa disso, Moraes acabou deixando a relatoria. Ele chegou a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para voltar ao posto, mas teve o pedido rejeitado.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/17/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=114950/em_noticia_interna.shtml
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Consórcio imobiliário pode virar pesadelo.

"Ficamos sem a carta de crédito e com uma dívida que não tínhamos. Agora, vamos à Justiça" - Rosana Rocha, professora
Quem apostou no consórcio imobiliário para comprar a casa própria vê o sonho se transformar em pesadelo. Depois de contratar cartas de crédito, motivados por promessas de acesso imediato ao bem, os consumidores percebem que a espera, na verdade, pode levar anos. Quem comprou uma carta praticamente “sorteada” abandona a ideia logo depois da primeira assembleia, mas a desistência do contrato vem seguida de uma segunda tormenta: receber de volta os valores investidos. O processo não é simples, já que a Lei 11.795/08, que regulamenta o segmento, garante o ressarcimento, porém, na finalização do grupo, uma espera média de 15 anos. Os sorteios são outra possibilidade para reaver o dinheiro investido, mas o tempo pode ser igualmente longo. As cláusulas são seguidas à risca pelas empresas, que estão longe de admitir que promessas feitas por seus vendedores podem ter ido além da conta.
Quem desistiu de levar adiante o sonho da casa própria tem histórias parecidas para contar. Atraídos pela promessa de que conseguiriam arrematar a carta de crédito com um lance mínimo, e ainda usar parte do valor para quitar dívidas no sistema financeiro, fecharam negócio. A decepção chega rápido. Já na primeira assembleia do grupo, os participantes percebem que o tal lance mínimo é feito por vários consorciados, e o desempate acontece com sorteios. A professora Rosana Rocha, de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, viu a alegria se dissolver em alguns rápidos dias
Segundo a professora, ela contratou um consórcio da empresa Multimarcas no valor de R$ 120 mil, o que seria a solução para a vida da família. “O vendedor nos disse que poderíamos usar 30% do valor da carta para dar o lance. Já tínhamos olhado uma casa de R$ 40 mil, quitaríamos o carro de R$ 35 mil e, com o restante do dinheiro, outros compromissos”, descreve. Acreditando que o consórcio imobiliário seria um bom negócio, a professora assinou um extenso contrato. “Meu marido foi até o banco e fez um empréstimo para darmos entrada no grupo, o que nos custou R$ 3.742.” Ao participar da primeira assembleia, os consumidores perceberam que não teriam acesso ao bem, a menos que tivessem a pedra sorteada. “Ficamos sem a carta de crédito e com uma dívida que não tínhamos”, resume. Desde maio, Rosana briga com a empresa para ter de volta o montante investido. Sem alternativa, vai acionar a Justiça.
Após a intensificação da crise financeira mundial, que restringiu o acesso ao crédito, o mercado de consórcios imobiliários ganhou força. Os últimos números divulgados pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) mostram que em março a modalidade teve seu recorde histórico, registrando o maior número de adesões dos últimos 20 anos, somando 518 mil novos contratos, um crescimento de 7,9% em relação ao mesmo período de 2008. Nem mesmo o programa do governo federal Minha casa, minha vida conseguiu restringir o interesse pela modalidade, uma opção que atrai quem tem pouco ou nenhum recurso em caixa.
O coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, lembra que há cerca de quatro anos os golpes do consórcio se tornaram tão comuns que foi necessário intervenção policial. O advogado orienta que antes de assinar o contrato o consumidor deve grifar no papel as promessas feitas verbalmente. Além disso, é possível redigir um documento fazendo constar as promessas, com assinatura de duas testemunhas. “É importante também ter a carteira de identidade do vendedor.” O advogado ressalta ainda que a empresa é responsável solidária pelas promessas feitas por seus funcionários.
Atraída pela garantia de que teria uma carta de crédito praticamente contemplada, a funcionária pública Marina Santos da Silva contratou um consórcio imobiliário da Adetec Administradora de Serviços, empresa do grupo RealCred Representação de Consórcios. A consumidora também desistiu da compra logo após a adesão e agora tenta reaver o investimento de R$ 2.550, pago como entrada da carta de crédito, no valor de R$ 40 mil. “Enviaram-me um boleto no valor de R$ 334, sendo que o acordado foi R$ 250. Além disso, me autorizaram a olhar o imóvel, mas na assembleia não consegui arrematar o bem.”
Tanto a empresa Multimarcas como Adetec argumentam que dispõem de serviço pós-venda, dedicado a esclarecer qualquer dúvida que o comprador venha a ter sobre o produto, e contestam as denúncias de seus clientes. Fábio Lopes Ferreira, diretor-comercial da Multimarcas, diz que os valores serão devolvidos após a conclusão do grupo, ou por sorteio, conforme diz a lei. Segundo ele, o contrato informa que não há garantias de data da contemplação da carta. A Adetec ressalta que a cliente disse ao serviço de pós-vendas da empresa que estava ciente das regras. O contrato em questão contém 10 páginas de letras miúdas. Ao final, um destaque importante: “O consórcio não acata qualquer compromisso assumido por seus vendedores ou funcionários, ainda que por escrito, que não se enquadre nas cláusulas de regulamento do plano”.
Fonte: http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/15/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=114548/em_noticia_interna.shtml
domingo, 14 de junho de 2009
Corrida para vender e comprar carro zero.
Redução do IPI entra na reta final. Revendas aumentam estoque com desconto e consumidor antecipa aquisição

Pedro escolhe o carro que vai ganhar de presente dos pais, Nelson e Marília, que pretender fechar negócio já
A chance de comprar um carro zero-quilômetro com a redução de até 8% no preço chega à reta final. O estoque dos modelos mais populares está praticamente esgotado, a 15 dias do fim do prazo da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Algumas versões do Fiesta, Eco Sport e Ford Ka, por exemplo, estão quase acabando. Quem quiser cor e opcionais específicos pode ficar na mão. O cliente que encomendar para entrega em julho vai ter que pagar a diferença do imposto”, informou o gerente comercial da Inova, Bruno Fiúza. As concessionárias estabeleceram metas ambiciosas de vendas ontem e hoje, com a promessa de ofertas especiais para atender o aumento da procura.
No feirão da rede Fiat, aberto ontem às 9h, com previsão de encerramento às 17h de hoje, no Centro de Convenções Expominas, 1,5 mil carros estão sendo oferecidos por meia dúzia de revendedoras da marca. A isca é o adiamento para 2014 do pagamento da entrada em planos que podem chegar a 72 meses. O gerente regional da montadora, Eduardo Monteiro Torres, afirmou que as taxas de juros, de 0,86% a 1,40% ao mês, foram cortadas em 20%. Modelos Ford também podem ser negociados até as 16h de hoje no feirão montado pela Concessionária Pisa, na Avenida Amazonas, Bairro Nova Suíça.
Segundo Antônio Longuinho, gerente da revendedora, a Ford confirmou a decisão de antecipar 20% da produção programada para julho, o que garantirá maior número de unidades faturadas com IPI reduzido. “O movimento na loja cresceu 90% na semana passada. Só aceitamos encomendas com entrega certa até 30 de junho”, disse Longuinho. A concessionária está perdendo negócios com a decisão de não prometer a entrega do veículo antes da volta da cobrança do IPI, no mesmo patamar pré-crise.
Há fila de espera pelo carro novo na Líder BH, concessionária Chevrolet. O gerente Dálcio Amorim disse que todo esforço está sendo feito para entrega de encomendas ainda este mês. “O fluxo de clientes aumentou exageradamente e a segunda quinzena é historicamente melhor. Quem deixar para comprar depois do dia 25 pode não encontrar o modelo desejado”, afirmou.
O administrador Nelson Tanietti reservou o fim de semana para procurar o carro que será dado como presente ao filho Pedro, de 18 anos, pelo entrada dele no curso de engenharia mecânica. A dificuldade está justamente na exigência do airbag, opcional que não tem sido encontrado em veículos para entrega antes do fim do prazo de redução do IPI. “Acredito que o governo vai retirar o imposto, mas de forma gradativa. Estou disposto a fechar o negócio de imediato”, afirmou Nelson Tanietti. Com a mulher Marília e o filho, ele definiu o orçamento para a compra em R$ 40 mil, contando com uma economia de R$ 2 mil a R$ 3 mil por meio da redução do IPI.
Embora o mercado trabalhe com a expectativa de término do desconto este mês, ainda existe a polêmica sobre a prorrogação do benefício. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou quarta-feira que quer uma política permanente de redução do imposto para a indústria automotiva até que a crise financeira internacional seja superada. Ele admitiu não ter conversado com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o assunto, mas considera a medida um importante antídoto contra os efeitos da turbulência no Brasil. Mantega havia dito, no início da semana, que não tinha nenhuma intenção de prorrogar pela segunda vez a redução do imposto. O alívio fiscal entrou em vigor no começo de dezembro, com prazo inicial até março, quando foi estendido até o meio do ano.
Se depender dos sindicatos de trabalhadores, que pressionaram o governo pela desoneração do IPI em troca da manutenção do emprego no setor, o acordo só será renovado com a garantia de contrapartidas, inclusive, o aumento do número de postos de trabalho, defende Marcelino da Rocha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas. Ao contrário do que se esperava, as montadoras cortaram 6,4 mil postos de trabalho no país entre dezembro de 2008 e maio passado. O quadro de pessoal passou de 131,2 mil pessoas para 120,4 mil no período. “Com desempenho no mesmo nível de 2008, as montadoras têm de readmitir e aumentar o quadro de funcionários”, afirma Marcelino da Rocha.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/14/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=114481/em_noticia_interna.shtml

Pedro escolhe o carro que vai ganhar de presente dos pais, Nelson e Marília, que pretender fechar negócio já
A chance de comprar um carro zero-quilômetro com a redução de até 8% no preço chega à reta final. O estoque dos modelos mais populares está praticamente esgotado, a 15 dias do fim do prazo da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Algumas versões do Fiesta, Eco Sport e Ford Ka, por exemplo, estão quase acabando. Quem quiser cor e opcionais específicos pode ficar na mão. O cliente que encomendar para entrega em julho vai ter que pagar a diferença do imposto”, informou o gerente comercial da Inova, Bruno Fiúza. As concessionárias estabeleceram metas ambiciosas de vendas ontem e hoje, com a promessa de ofertas especiais para atender o aumento da procura.
No feirão da rede Fiat, aberto ontem às 9h, com previsão de encerramento às 17h de hoje, no Centro de Convenções Expominas, 1,5 mil carros estão sendo oferecidos por meia dúzia de revendedoras da marca. A isca é o adiamento para 2014 do pagamento da entrada em planos que podem chegar a 72 meses. O gerente regional da montadora, Eduardo Monteiro Torres, afirmou que as taxas de juros, de 0,86% a 1,40% ao mês, foram cortadas em 20%. Modelos Ford também podem ser negociados até as 16h de hoje no feirão montado pela Concessionária Pisa, na Avenida Amazonas, Bairro Nova Suíça.
Segundo Antônio Longuinho, gerente da revendedora, a Ford confirmou a decisão de antecipar 20% da produção programada para julho, o que garantirá maior número de unidades faturadas com IPI reduzido. “O movimento na loja cresceu 90% na semana passada. Só aceitamos encomendas com entrega certa até 30 de junho”, disse Longuinho. A concessionária está perdendo negócios com a decisão de não prometer a entrega do veículo antes da volta da cobrança do IPI, no mesmo patamar pré-crise.
Há fila de espera pelo carro novo na Líder BH, concessionária Chevrolet. O gerente Dálcio Amorim disse que todo esforço está sendo feito para entrega de encomendas ainda este mês. “O fluxo de clientes aumentou exageradamente e a segunda quinzena é historicamente melhor. Quem deixar para comprar depois do dia 25 pode não encontrar o modelo desejado”, afirmou.
O administrador Nelson Tanietti reservou o fim de semana para procurar o carro que será dado como presente ao filho Pedro, de 18 anos, pelo entrada dele no curso de engenharia mecânica. A dificuldade está justamente na exigência do airbag, opcional que não tem sido encontrado em veículos para entrega antes do fim do prazo de redução do IPI. “Acredito que o governo vai retirar o imposto, mas de forma gradativa. Estou disposto a fechar o negócio de imediato”, afirmou Nelson Tanietti. Com a mulher Marília e o filho, ele definiu o orçamento para a compra em R$ 40 mil, contando com uma economia de R$ 2 mil a R$ 3 mil por meio da redução do IPI.
Embora o mercado trabalhe com a expectativa de término do desconto este mês, ainda existe a polêmica sobre a prorrogação do benefício. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou quarta-feira que quer uma política permanente de redução do imposto para a indústria automotiva até que a crise financeira internacional seja superada. Ele admitiu não ter conversado com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o assunto, mas considera a medida um importante antídoto contra os efeitos da turbulência no Brasil. Mantega havia dito, no início da semana, que não tinha nenhuma intenção de prorrogar pela segunda vez a redução do imposto. O alívio fiscal entrou em vigor no começo de dezembro, com prazo inicial até março, quando foi estendido até o meio do ano.
Se depender dos sindicatos de trabalhadores, que pressionaram o governo pela desoneração do IPI em troca da manutenção do emprego no setor, o acordo só será renovado com a garantia de contrapartidas, inclusive, o aumento do número de postos de trabalho, defende Marcelino da Rocha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim, Igarapé e São Joaquim de Bicas. Ao contrário do que se esperava, as montadoras cortaram 6,4 mil postos de trabalho no país entre dezembro de 2008 e maio passado. O quadro de pessoal passou de 131,2 mil pessoas para 120,4 mil no período. “Com desempenho no mesmo nível de 2008, as montadoras têm de readmitir e aumentar o quadro de funcionários”, afirma Marcelino da Rocha.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/14/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=114481/em_noticia_interna.shtml
Voo 447: em Fernando de Noronha, exames acabam no domingo
Serão concluídos no domingo, em Fernando de Noronha, os exames de corpos e destroços do voo AF 447 da Air France, que caiu no Oceano Atlântico dia 31 de maio. Os corpos serão transladados no mesmo dia para o Recife, de acordo com informações de representantes da Aeronáutica e da Marinha, em entrevista coletiva neste sábado. Também no domingo, às 10 horas, a fragata Constituição deverá atracar no Porto do Recife, trazendo destroços e objetos pessoais recolhidos na área de busca. As peças da aeronave ficarão sob responsabilidade do Bureau D'Enquêtes et D'Analises pour la Securité de l'Aviation Civile (BEA), conforme acordo entre a autoridade aeronáutica francesa e a Air France
Não houve missões de busca neste sábado por causa do mau tempo. Aeronaves chegaram a ser envidas ao local onde estão sendo localizados os destroços, mas foram chamadas de volta porque o mau tempo impedia a visualização.
A única novidade do dia foi que um navio mercante de nome Gammagas, de bandeira da Antígua e Barbuda, que partiu de Montevidéu com destino ao Reino Unido, passando pela área de busca, recolheu uma peça do avião, de tamanho médio, num ponto 415 quilômetros a noroeste do Arquipélago de São Pedro e São Paulo. O comandante da embarcação procurou contato por rádio com os navios das operações de busca, mas, não conseguindo, enviou um e-mail ao Salvamar do Nordeste, comunicando o recolhimento da peça. O e-mail também continha fotos que serão disponibilizadas nos sites da Força Aérea e da Marinha. A peça ainda se encontra a bordo deste navio.
O vice-almirante Edson Lawrence informou ainda que o embaixador da França, Pierre-Jean Vandoorne, chegará ao Recife no domingo e se reunirá no Cindacta para troca de informações. O cônsul francês também deverá estar presente na reunião que ocorrerá às 15h30.
Durante a passagem da fragata Constituição nas proximidades de Fernando de Noronha, um helicóptero H-60 Blackhawk, da Força Aérea Brasileira, recolheu os três corpos que estavam no navio e os transportou para realização dos exames periciais.
Outros 21 corpos que estavam em Fernando de Noronha chegaram às 14 horas à Base Aérea do Recife, sendo encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) da capital pernambucana.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/13/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=114467/em_noticia_interna.shtml
Não houve missões de busca neste sábado por causa do mau tempo. Aeronaves chegaram a ser envidas ao local onde estão sendo localizados os destroços, mas foram chamadas de volta porque o mau tempo impedia a visualização.
A única novidade do dia foi que um navio mercante de nome Gammagas, de bandeira da Antígua e Barbuda, que partiu de Montevidéu com destino ao Reino Unido, passando pela área de busca, recolheu uma peça do avião, de tamanho médio, num ponto 415 quilômetros a noroeste do Arquipélago de São Pedro e São Paulo. O comandante da embarcação procurou contato por rádio com os navios das operações de busca, mas, não conseguindo, enviou um e-mail ao Salvamar do Nordeste, comunicando o recolhimento da peça. O e-mail também continha fotos que serão disponibilizadas nos sites da Força Aérea e da Marinha. A peça ainda se encontra a bordo deste navio.
O vice-almirante Edson Lawrence informou ainda que o embaixador da França, Pierre-Jean Vandoorne, chegará ao Recife no domingo e se reunirá no Cindacta para troca de informações. O cônsul francês também deverá estar presente na reunião que ocorrerá às 15h30.
Durante a passagem da fragata Constituição nas proximidades de Fernando de Noronha, um helicóptero H-60 Blackhawk, da Força Aérea Brasileira, recolheu os três corpos que estavam no navio e os transportou para realização dos exames periciais.
Outros 21 corpos que estavam em Fernando de Noronha chegaram às 14 horas à Base Aérea do Recife, sendo encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) da capital pernambucana.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/13/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=114467/em_noticia_interna.shtml
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Progresso em áreas desmatadas na Amazônia não é sustentável, diz estudo.
Um estudo publicado na última edição da revista científica Science afirma que a derrubada de florestas para criação de pastagens ou plantações na Amazônia tende a provocar uma elevação inicial rápida nos índices de desenvolvimento humano local, mas a vantagem desaparece na medida em que o desmatamento avança.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas compararam os Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) de 286 municípios amazônicos em diferentes estágios de desmatamento, tendo como base o ano 2000.
O IDH é uma metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para medir a qualidade de vida e inclui indicadores como renda, expectativa de vida e nível de educação.
Nos municípios que estão nos estágios iniciais do desmatamento ou nos quais o ritmo de desmatamento é alto, os pesquisadores encontraram índices de desenvolvimento humano próximos aos da média nacional e acima da média regional.
Nos municípios com pouco ou nenhum desmatamento e nos municípios com taxas de desmatamentos superior a 60% da área, os índices de desenvolvimento são similares e baixos quando comparados à média nacional.
Duas velocidades
Segundo os pesquisadores, isso sugere que "a expectativa de vida, nível de educação e padrão de vida melhoram mais rápido do que a média nacional nos municípios nos estágios iniciais do desmatamento".
Mas, em um segundo estágio, as condições de vida passam a melhorar num ritmo inferior à média nacional.
O resultado, argumenta o estudo, é que "em termos líquidos, pessoas em municípios que derrubaram suas florestas não estão melhores do que aqueles em muncipíos que não o fizeram."
De acordo com o artigo, a explicação mais provável para o progresso inicial é que "as pessoas se beneficiam dos recursos naturais disponíveis e da melhora no acesso aos mercados oferecida por novas estradas", assim como de investimentos públicos em infra-estrutura, educação e saúde.
A decadência nos padrões de vida "provavelmente reflete a exaustão dos recursos naturais que sustentaram o boom inicial, aliada ao aumento da população local".
O argumento é sustentado por estatísticas que mostram não só a redução da produtividade da exploração da madeira, como também da agricultura e da pecuária - o que "provavelmente reflete a degradação em larga escala dos pastos pela perda de produtividade do solo ou alterações no uso das terras por conta de mudanças nas condições do comércio de terras".
Medidas
Para os pesquisadores, o problema "provavelmente não tem uma solução única". Entre as medidas propostas, estão apoio a um uso melhor das áreas já desmatadas, restrições a novos desmatamentos e reflorestação de áreas degradadas", além de incentivos a atividades sustentáveis, como manejo florestal e pagamento por serviços ecológicos.
O estudo é assinado por pesquisadores do Instituto Superior Técnico de Portugal, do Imazon, do Centre d'Ecologie Fonctionnelle et Evolutive, da França, e das universidade britânicas de Cambridge, Imperial College London e de East Anglia e coordenado pela pesquisadora Ana Rodrigues, do Instituto Superior Técnico de Portugal.
Um dos autores, o pesquisador Adalberto Veríssimo, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), afirmou à BBC Brasil que o estudo "mostra claramente que desmatamento não compensa, que este modelo baseado na apropriação do patrimônio público não é o caminho nem para o Brasil nem para o mundo".
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse à BBC Brasil que o governo está fazendo a sua parte para quebrar o ciclo de expansão-colapso apontado pelo estudo.
"O que faz sair do ciclo de degradação é injetar tecnologia, recursos e pagar (a população local) para fazer a coisa certa", disse Minc.
O ministro deu como exemplo a nova fase da Operação Arco Verde, iniciada nesta semana pelo governo federal, que deve passar pelos 43 municípios que mais registraram desmatamento, levando informações sobre desenvolvimento sustentável, títulos fundiários e linhas de crédito "verdes".
Para Veríssimo, o ciclo é consequência do "grande dilema do modelo de desenvolvimento baseado na combinação da extração predatória de madeira, seguida pela pecuária". E, para ele, a única forma de sufocar essa dinâmica seria o fim da apropriação ilegal de terras públicas.
"No momento em que a MP 458 está dizendo que vai regularizar as terras de quem faz este jogo (de ocupação ilegal, exploração e novas ocupações), está dando um sinal claro de que as pessoas podem continuar ocupando que o governo em algum momento vai anistiá-la. Do jeito que ela está, ela vai criar condições concretas para que o processo continue na Amazônia", disse Veríssimo.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/11/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=114246/em_noticia_interna.shtml
Para chegar a essa conclusão, os cientistas compararam os Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) de 286 municípios amazônicos em diferentes estágios de desmatamento, tendo como base o ano 2000.
O IDH é uma metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para medir a qualidade de vida e inclui indicadores como renda, expectativa de vida e nível de educação.
Nos municípios que estão nos estágios iniciais do desmatamento ou nos quais o ritmo de desmatamento é alto, os pesquisadores encontraram índices de desenvolvimento humano próximos aos da média nacional e acima da média regional.
Nos municípios com pouco ou nenhum desmatamento e nos municípios com taxas de desmatamentos superior a 60% da área, os índices de desenvolvimento são similares e baixos quando comparados à média nacional.
Duas velocidades
Segundo os pesquisadores, isso sugere que "a expectativa de vida, nível de educação e padrão de vida melhoram mais rápido do que a média nacional nos municípios nos estágios iniciais do desmatamento".
Mas, em um segundo estágio, as condições de vida passam a melhorar num ritmo inferior à média nacional.
O resultado, argumenta o estudo, é que "em termos líquidos, pessoas em municípios que derrubaram suas florestas não estão melhores do que aqueles em muncipíos que não o fizeram."
De acordo com o artigo, a explicação mais provável para o progresso inicial é que "as pessoas se beneficiam dos recursos naturais disponíveis e da melhora no acesso aos mercados oferecida por novas estradas", assim como de investimentos públicos em infra-estrutura, educação e saúde.
A decadência nos padrões de vida "provavelmente reflete a exaustão dos recursos naturais que sustentaram o boom inicial, aliada ao aumento da população local".
O argumento é sustentado por estatísticas que mostram não só a redução da produtividade da exploração da madeira, como também da agricultura e da pecuária - o que "provavelmente reflete a degradação em larga escala dos pastos pela perda de produtividade do solo ou alterações no uso das terras por conta de mudanças nas condições do comércio de terras".
Medidas
Para os pesquisadores, o problema "provavelmente não tem uma solução única". Entre as medidas propostas, estão apoio a um uso melhor das áreas já desmatadas, restrições a novos desmatamentos e reflorestação de áreas degradadas", além de incentivos a atividades sustentáveis, como manejo florestal e pagamento por serviços ecológicos.
O estudo é assinado por pesquisadores do Instituto Superior Técnico de Portugal, do Imazon, do Centre d'Ecologie Fonctionnelle et Evolutive, da França, e das universidade britânicas de Cambridge, Imperial College London e de East Anglia e coordenado pela pesquisadora Ana Rodrigues, do Instituto Superior Técnico de Portugal.
Um dos autores, o pesquisador Adalberto Veríssimo, do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), afirmou à BBC Brasil que o estudo "mostra claramente que desmatamento não compensa, que este modelo baseado na apropriação do patrimônio público não é o caminho nem para o Brasil nem para o mundo".
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse à BBC Brasil que o governo está fazendo a sua parte para quebrar o ciclo de expansão-colapso apontado pelo estudo.
"O que faz sair do ciclo de degradação é injetar tecnologia, recursos e pagar (a população local) para fazer a coisa certa", disse Minc.
O ministro deu como exemplo a nova fase da Operação Arco Verde, iniciada nesta semana pelo governo federal, que deve passar pelos 43 municípios que mais registraram desmatamento, levando informações sobre desenvolvimento sustentável, títulos fundiários e linhas de crédito "verdes".
Para Veríssimo, o ciclo é consequência do "grande dilema do modelo de desenvolvimento baseado na combinação da extração predatória de madeira, seguida pela pecuária". E, para ele, a única forma de sufocar essa dinâmica seria o fim da apropriação ilegal de terras públicas.
"No momento em que a MP 458 está dizendo que vai regularizar as terras de quem faz este jogo (de ocupação ilegal, exploração e novas ocupações), está dando um sinal claro de que as pessoas podem continuar ocupando que o governo em algum momento vai anistiá-la. Do jeito que ela está, ela vai criar condições concretas para que o processo continue na Amazônia", disse Veríssimo.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/11/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=114246/em_noticia_interna.shtml
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Rombo de R$ 15,5 milhões:PF prende duas fraudadoras do INSS em Minas
A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério da Previdência Social e o Ministério Público Federal, conseguiu desarticular uma quadrilha de fraudadores do INSS. Na manhã desta segunda-feira, duas mulheres foram presas, uma em Belo Horizonte e outra em Sete Lagoas, na Região Central do estado. Elas são suspeitas de causar um rombo na Previdência de cerca de R$ 15,5 milhões. Outras quatro pessoas foram indiciadas.
Segundo a delegada da PF, Cristina Bueno Camatta, as estelionatárias agiam desde 2001, mas as investigações só começaram a partir de 2006. Em todo esse tempo, 430 pessoas que nunca contribuíram para o INSS conseguiram se aposentar, usando documentos falsos e simulando serem portadoras de algum transtorno psiquiátrico.
Durante as apurações da Operação "Tarja Preta", a PF descobriu que o grupo criminoso fraudava a Previdência, mediante a implantação de vínculos empregatícios falsos, em carteiras de trabalho e em GFIPs (Guias do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social). Após forjarem os documentos, a dupla orientava os clientes a se passarem por doentes mentais, o que facilitava a obtenção das aposentadorias por invalidez.
As duas mulheres, cujos nomes não foram divulgados, contavam com o apoio de interceptadores no interior de Minas. "Era uma quadrilha razoavelmente organizada. Elas contavam com o apoio de um contador, já identificado e indiciado por estelionato. Havia também pessoas que faziam o traslado do interior para a capital, aquelas que captavam os clientes, entre outras", explicou a delegada. Uma servidora do INSS em Sete Lagoas, suspeita de envolvimento no esquema, já foi afastada do trabalho.
Os policiais federais cumpriram os seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Sete Lagoas, Itabirito, Fonseca, Bela Vista de Minas, além da capital.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/08/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=113692/em_noticia_interna.shtml
Segundo a delegada da PF, Cristina Bueno Camatta, as estelionatárias agiam desde 2001, mas as investigações só começaram a partir de 2006. Em todo esse tempo, 430 pessoas que nunca contribuíram para o INSS conseguiram se aposentar, usando documentos falsos e simulando serem portadoras de algum transtorno psiquiátrico.
Durante as apurações da Operação "Tarja Preta", a PF descobriu que o grupo criminoso fraudava a Previdência, mediante a implantação de vínculos empregatícios falsos, em carteiras de trabalho e em GFIPs (Guias do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social). Após forjarem os documentos, a dupla orientava os clientes a se passarem por doentes mentais, o que facilitava a obtenção das aposentadorias por invalidez.
As duas mulheres, cujos nomes não foram divulgados, contavam com o apoio de interceptadores no interior de Minas. "Era uma quadrilha razoavelmente organizada. Elas contavam com o apoio de um contador, já identificado e indiciado por estelionato. Havia também pessoas que faziam o traslado do interior para a capital, aquelas que captavam os clientes, entre outras", explicou a delegada. Uma servidora do INSS em Sete Lagoas, suspeita de envolvimento no esquema, já foi afastada do trabalho.
Os policiais federais cumpriram os seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Sete Lagoas, Itabirito, Fonseca, Bela Vista de Minas, além da capital.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/08/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=113692/em_noticia_interna.shtml
Marinha retifica informação diz que 16 corpos foram resgatados.
Os centros de comunicação da Aeronáutica e da Marinha anunciaram nesta segunda-feira que, diferente do que havia sido anunciado, 16 corpos foram resgatados na área onde estão concentradas as buscas ao Airbus A330-220 da Air France. Ontem, as informações davam conta de que 17 vítimas haviam sido recolhidas do mar, além de dezenas de novos componentes estruturais da aeronave, que caiu no Oceano Atlântico há uma semana.
De acordo com o capitão-de-fragata Giucemar Tabosa, do Centro de Comunicação Social da Marinha, a fragata francesa Ventôse recolheu sete e não oito vítimas, como foi informado anteriormente. A fragata Constituição, que transporta os corpos, deverá chegar nesta terça-feira, na ilha de Fernando de Noronha (PE).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/08/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=113685/em_noticia_interna.shtml
De acordo com o capitão-de-fragata Giucemar Tabosa, do Centro de Comunicação Social da Marinha, a fragata francesa Ventôse recolheu sete e não oito vítimas, como foi informado anteriormente. A fragata Constituição, que transporta os corpos, deverá chegar nesta terça-feira, na ilha de Fernando de Noronha (PE).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/08/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=113685/em_noticia_interna.shtml
Pão de Açúcar fecha compra do Ponto Frio por R$ 824,5 milhões.
O Grupo Pão de Açúcar fechou no domingo a compra da rede Ponto Frio (Globex Utilidades S/A e suas controladas). Segundo comunicado da rede de supermercados divulgado nesta segunda-feira, o valor da aquisição da participação dos controladores da rede varejista é de R$ 824,5 milhões. Isso equivale a 70,24% do capital total do Ponto Frio, parte desse valor pago com ações do Grupo Pão de Açúcar
Segundo o Grupo, o objetivo da aquisição é crescer no segmento de eletroeletrônicos. Com a compra, o Grupo Pão de Açúcar torna-se líder no varejo brasileiro, com cerca de R$ 26 bilhões de faturamento. A aquisição já era esperada para este fim de semana
No comunicado à imprensa, o Pão de Açúcar destaca como principais ganhos resultantes da operação "a grande capilaridade de lojas com localização privilegiada, expertise no comércio eletrônico e na oferta de serviços financeiros ao consumidor, integração logística, entre outros"
"Com uma sólida estrutura de capital que assegura o crescimento futuro do negócio, o Grupo Pão de Açúcar consolida sua atuação no comércio de eletroeletrônicos, unindo as atividades operacionais e comerciais das duas grandes empresas. Essa consolidação trará sinergias e ganhos de escala que beneficiarão nossos clientes", diz na nota o presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/08/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113644/em_noticia_interna.shtml
Segundo o Grupo, o objetivo da aquisição é crescer no segmento de eletroeletrônicos. Com a compra, o Grupo Pão de Açúcar torna-se líder no varejo brasileiro, com cerca de R$ 26 bilhões de faturamento. A aquisição já era esperada para este fim de semana
No comunicado à imprensa, o Pão de Açúcar destaca como principais ganhos resultantes da operação "a grande capilaridade de lojas com localização privilegiada, expertise no comércio eletrônico e na oferta de serviços financeiros ao consumidor, integração logística, entre outros"
"Com uma sólida estrutura de capital que assegura o crescimento futuro do negócio, o Grupo Pão de Açúcar consolida sua atuação no comércio de eletroeletrônicos, unindo as atividades operacionais e comerciais das duas grandes empresas. Essa consolidação trará sinergias e ganhos de escala que beneficiarão nossos clientes", diz na nota o presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/08/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113644/em_noticia_interna.shtml
sábado, 6 de junho de 2009
Dia Nacional do Teste do Pezinho é comemorado com a marca de 80% de acesso ao exame
O Ministério da Saúde comemora neste sábado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, procedimento que pode salvar vidas. A coordenadora do Programa Nacional de Triagem Neonatal, Tânia Marini de Carvalho, admite dificuldades na implantação de todas as fases do programa em alguns estados, pelas dimensões do território brasileiro. Entretanto, mostra-se otimista com os resultados obtidos desde o surgimento da política de triagem neonatal, em 2001.
“Atualmente 80% dos 3 milhões de bebês que nascem anualmente no país têm acesso ao diagnóstico pelo teste do pezinho”, afirma.
O teste é considerado pela organização do 2º Congresso Brasileiro de Prevenção em Saúde e Educação da Criança, que termina este sábado em Curitiba, uma das medidas mais relevantes adotadas nos últimos anos pelo Ministério da Saúde, mas para o presidente da União Nacional dos Serviços de Triagem Neonatal (Unisert), José Alcides Marton, a importância do procedimento ainda é desconhecida por boa parte da população.
“O Programa Nacional de Triagem Neonatal engloba desde o diagnóstico precoce pelo teste do pezinho, até o tratamento e o acompanhamento multidisciplinar completo do portador de alguma das doenças congênitas identificadas pelo exame (fenilcetonúria, hemoglobinopatias, fibrose cística e hipotireoidismo congênito).”
Ele concorda com a coordenadora do programa que por problemas de infraestrutura enfrentados nos estados, nem todas as crianças brasileiras têm acesso atualmente a todas as fases do programa. “Todas deveriam ter o mesmo serviço prestado pelo Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás.”
O teste do pezinho é feito a partir de gotas de sangue colhidas do calcanhar do recém-nascido. O teste foi introduzido no Brasil na década de 70 para identificar anomalias congênitas que se apresentam no nascimento.
Em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal com o objetivo de atender a todos os recém-nascidos em território brasileiro. “O Sistema Único de Saúde (SUS) paga o exame inicial, que é o teste do pezinho e os exames confirmatórios”, explicou a coordenadora do programa. Cada estado tem um serviço de referência que faz o atendimento desses pacientes. No caso do Paraná é a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe), que está promovendo o congresso.
O Programa Nacional de Triagem Neonatal é dividido em três fases. “O estado vai se organizando no atendimento, nos laboratórios e se habilitando por fases. Em todos os estado está implantada pelo menos a primeira fase, que faz a pesquisa do hipotireoidismo congênito e fenilcetonúria”, explica a coordenadora.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/06/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=113519/em_noticia_interna.shtml
“Atualmente 80% dos 3 milhões de bebês que nascem anualmente no país têm acesso ao diagnóstico pelo teste do pezinho”, afirma.
O teste é considerado pela organização do 2º Congresso Brasileiro de Prevenção em Saúde e Educação da Criança, que termina este sábado em Curitiba, uma das medidas mais relevantes adotadas nos últimos anos pelo Ministério da Saúde, mas para o presidente da União Nacional dos Serviços de Triagem Neonatal (Unisert), José Alcides Marton, a importância do procedimento ainda é desconhecida por boa parte da população.
“O Programa Nacional de Triagem Neonatal engloba desde o diagnóstico precoce pelo teste do pezinho, até o tratamento e o acompanhamento multidisciplinar completo do portador de alguma das doenças congênitas identificadas pelo exame (fenilcetonúria, hemoglobinopatias, fibrose cística e hipotireoidismo congênito).”
Ele concorda com a coordenadora do programa que por problemas de infraestrutura enfrentados nos estados, nem todas as crianças brasileiras têm acesso atualmente a todas as fases do programa. “Todas deveriam ter o mesmo serviço prestado pelo Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás.”
O teste do pezinho é feito a partir de gotas de sangue colhidas do calcanhar do recém-nascido. O teste foi introduzido no Brasil na década de 70 para identificar anomalias congênitas que se apresentam no nascimento.
Em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal com o objetivo de atender a todos os recém-nascidos em território brasileiro. “O Sistema Único de Saúde (SUS) paga o exame inicial, que é o teste do pezinho e os exames confirmatórios”, explicou a coordenadora do programa. Cada estado tem um serviço de referência que faz o atendimento desses pacientes. No caso do Paraná é a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe), que está promovendo o congresso.
O Programa Nacional de Triagem Neonatal é dividido em três fases. “O estado vai se organizando no atendimento, nos laboratórios e se habilitando por fases. Em todos os estado está implantada pelo menos a primeira fase, que faz a pesquisa do hipotireoidismo congênito e fenilcetonúria”, explica a coordenadora.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/06/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=113519/em_noticia_interna.shtml
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Salário mínimo deveria ser de R$ 2.045 em maio, diz Dieese
Levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que o salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 2.045 06 em maio, para suprir as necessidades básicas individuais e da família. A constatação foi feita por meio da utilização da Pesquisa Nacional da Cesta Básica do mês passado, realizada pela instituição em 17 capitais do país.
Com base no maior valor apurado para a cesta, de R$ 243,43, em Porto Alegre, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ser 4,4 vezes superior ao piso vigente, de R$ 465.
Em abril, o valor do salário mínimo necessário era menor, de R$ 1.972,64, e correspondia a 4,24 vezes o mínimo em vigor. Em maio do ano passado, este valor era de R$ 1.987,51, ou seja, 4,79 vezes o salário mínimo, na época de R$ 415.
O Dieese informou também que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em maio, o conjunto de bens essenciais subiu, na comparação com o mês anterior. Na média das 17 cidades pesquisadas pela instituição, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 98 horas e 35 minutos para realizar a mesma compra que, em abril, exigia a execução de 96 horas e 42 minutos. Em maio de 2008, no entanto, o período comprometido era maior e correspondia a 111 horas e 8 minutos.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/04/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113206/em_noticia_interna.shtml
Com base no maior valor apurado para a cesta, de R$ 243,43, em Porto Alegre, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ser 4,4 vezes superior ao piso vigente, de R$ 465.
Em abril, o valor do salário mínimo necessário era menor, de R$ 1.972,64, e correspondia a 4,24 vezes o mínimo em vigor. Em maio do ano passado, este valor era de R$ 1.987,51, ou seja, 4,79 vezes o salário mínimo, na época de R$ 415.
O Dieese informou também que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em maio, o conjunto de bens essenciais subiu, na comparação com o mês anterior. Na média das 17 cidades pesquisadas pela instituição, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 98 horas e 35 minutos para realizar a mesma compra que, em abril, exigia a execução de 96 horas e 42 minutos. Em maio de 2008, no entanto, o período comprometido era maior e correspondia a 111 horas e 8 minutos.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/04/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113206/em_noticia_interna.shtml
FAB identifica novos destroços no Oceano Atlântico.
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) identificou nesta quinta-feira novos pontos de destroços a sudoeste do Arquipélago de São Pedro e São Paulo. De acordo com comunicado divulgado pelo Comando da Aeronáutica, mais cinco aeronaves decolaram durante a madrugada para auxiliar nas buscas pelo Airbus A330 da companhia aérea Air France, que desapareceu na segunda-feira (1º).
Três C-130 Hércules da FAB, um P-3 Orion da Força Aérea dos Estados Unidos e um Falcon 50 francês participam da operação. Pela primeira vez, segundo a Aeronáutica, o helicóptero H-60 Black Hawk, que estava baseado em Fernando de Noronha (PE), participa das buscas em uma área localizada a 110 quilômetros a nordeste do arquipélago.
Ao todo, 11 aeronaves estão mobilizadas na base aérea de Natal e em Fernando de Noronha. Além de auxiliar nas buscas, os aviões devem coordenar o direcionamento dos três navios da Marinha brasileira que já se encontram no local para o recolhimento de destroços.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/04/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=113189/em_noticia_interna.shtml
Três C-130 Hércules da FAB, um P-3 Orion da Força Aérea dos Estados Unidos e um Falcon 50 francês participam da operação. Pela primeira vez, segundo a Aeronáutica, o helicóptero H-60 Black Hawk, que estava baseado em Fernando de Noronha (PE), participa das buscas em uma área localizada a 110 quilômetros a nordeste do arquipélago.
Ao todo, 11 aeronaves estão mobilizadas na base aérea de Natal e em Fernando de Noronha. Além de auxiliar nas buscas, os aviões devem coordenar o direcionamento dos três navios da Marinha brasileira que já se encontram no local para o recolhimento de destroços.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/04/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=113189/em_noticia_interna.shtml
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Instalação da CPI é adiada para dia 10, diz Mercadante
O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), informou nesta quarta-feira que a sessão de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras foi adiada para a quarta-feira da semana que vem. Segundo ele, os líderes da base aliada e da oposição fizeram um acordo para que a sessão de instalação não ocorresse mais amanhã, conforme previsto inicialmente.
Antes da investigação da Petrobras começar a funcionar, o governo vai tentar resolver a questão da relatoria da CPI das Organizações Não-governamentais (ONGs) que, desde a semana passada, está nas mãos da oposição. A ideia é que, na terça-feira, a Mesa do Senado responda a questão de ordem apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que reivindica a relatoria da CPI das ONGs para a base aliada.
Na semana passada, o presidente da CPI das ONGs, Heráclito Fortes (DEM-PI), nomeou o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), como relator da comissão, depois que o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) teve de abrir mão da titularidade para assumir uma cadeira na CPI da Petrobras. A base governista encaminhou então uma questão de ordem para esclarecer se a oposição pode ocupar a relatoria da comissão das ONGs.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=113095/em_noticia_interna.shtml
Antes da investigação da Petrobras começar a funcionar, o governo vai tentar resolver a questão da relatoria da CPI das Organizações Não-governamentais (ONGs) que, desde a semana passada, está nas mãos da oposição. A ideia é que, na terça-feira, a Mesa do Senado responda a questão de ordem apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que reivindica a relatoria da CPI das ONGs para a base aliada.
Na semana passada, o presidente da CPI das ONGs, Heráclito Fortes (DEM-PI), nomeou o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), como relator da comissão, depois que o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) teve de abrir mão da titularidade para assumir uma cadeira na CPI da Petrobras. A base governista encaminhou então uma questão de ordem para esclarecer se a oposição pode ocupar a relatoria da comissão das ONGs.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=113095/em_noticia_interna.shtml
Instalação da CPI é adiada para dia 10, diz Mercadante
O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), informou nesta quarta-feira que a sessão de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras foi adiada para a quarta-feira da semana que vem. Segundo ele, os líderes da base aliada e da oposição fizeram um acordo para que a sessão de instalação não ocorresse mais amanhã, conforme previsto inicialmente.
Antes da investigação da Petrobras começar a funcionar, o governo vai tentar resolver a questão da relatoria da CPI das Organizações Não-governamentais (ONGs) que, desde a semana passada, está nas mãos da oposição. A ideia é que, na terça-feira, a Mesa do Senado responda a questão de ordem apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que reivindica a relatoria da CPI das ONGs para a base aliada.
Na semana passada, o presidente da CPI das ONGs, Heráclito Fortes (DEM-PI), nomeou o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), como relator da comissão, depois que o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) teve de abrir mão da titularidade para assumir uma cadeira na CPI da Petrobras. A base governista encaminhou então uma questão de ordem para esclarecer se a oposição pode ocupar a relatoria da comissão das ONGs.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=113095/em_noticia_interna.shtml
Antes da investigação da Petrobras começar a funcionar, o governo vai tentar resolver a questão da relatoria da CPI das Organizações Não-governamentais (ONGs) que, desde a semana passada, está nas mãos da oposição. A ideia é que, na terça-feira, a Mesa do Senado responda a questão de ordem apresentada pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que reivindica a relatoria da CPI das ONGs para a base aliada.
Na semana passada, o presidente da CPI das ONGs, Heráclito Fortes (DEM-PI), nomeou o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), como relator da comissão, depois que o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) teve de abrir mão da titularidade para assumir uma cadeira na CPI da Petrobras. A base governista encaminhou então uma questão de ordem para esclarecer se a oposição pode ocupar a relatoria da comissão das ONGs.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_3/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=3&id_noticia=113095/em_noticia_interna.shtml
Chanceleres da OEA revogam suspensão a Cuba
A 39ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) revogou nesta quarta a suspensão de Cuba da organização. "A Guerra Fria terminou neste dia", disse o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, ao anunciar oficialmente a decisão, que anula a suspensão de Cuba da organização, aprovada em 1962 em Punta del Leste, no Uruguai.
A medida foi tomada "sem condições", disse o ministro de Relações Exteriores do Equador, Fander Falconi, mas estabelece mecanismos para o retorno de Cuba ao grupo - incluindo a concordância do país em cumprir as convenções da OEA sobre direitos humanos e outras questões. "Este é um momento de alegria para toda a América Latina", disse ele após a sessão da Assembleia Geral.
Honduras aumentou nessa terça a pressão sobre os Estados Unidos, quando solicitou que a OEA retirasse a suspensão a Cuba, que já dura 47 anos. "Meus amigos, chegou a hora de corrigir esse erro" disse Zelaya ontem, durante o encontro anual dos chanceleres dos países da OEA, reunidos em San Pedro Sula. "Se nós tivermos que deixar este recinto sem tornar nula a decisão de 1962, seremos cúmplices de uma mentalidade do passado", disse.
Até essa terça, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, mantinha firme a posição dos Estados Unidos de vincular o retorno de Cuba à OEA a reformas democráticas. O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, explicou que a proposta é que se anule a decisão de 1962 e se deixe para depois um acordo entre Cuba e os Estados Unidos, a ser discutido entre os dois países no futuro.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=113066/em_noticia_interna.shtml
A medida foi tomada "sem condições", disse o ministro de Relações Exteriores do Equador, Fander Falconi, mas estabelece mecanismos para o retorno de Cuba ao grupo - incluindo a concordância do país em cumprir as convenções da OEA sobre direitos humanos e outras questões. "Este é um momento de alegria para toda a América Latina", disse ele após a sessão da Assembleia Geral.
Honduras aumentou nessa terça a pressão sobre os Estados Unidos, quando solicitou que a OEA retirasse a suspensão a Cuba, que já dura 47 anos. "Meus amigos, chegou a hora de corrigir esse erro" disse Zelaya ontem, durante o encontro anual dos chanceleres dos países da OEA, reunidos em San Pedro Sula. "Se nós tivermos que deixar este recinto sem tornar nula a decisão de 1962, seremos cúmplices de uma mentalidade do passado", disse.
Até essa terça, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, mantinha firme a posição dos Estados Unidos de vincular o retorno de Cuba à OEA a reformas democráticas. O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, explicou que a proposta é que se anule a decisão de 1962 e se deixe para depois um acordo entre Cuba e os Estados Unidos, a ser discutido entre os dois países no futuro.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=113066/em_noticia_interna.shtml
Trem de alta velocidade deve ficar pronto para Copa de 2014, diz ministra
O trem-bala que ligará as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo deve ficar pronto para a Copa de 2014. A informação é da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que apresentou nesta quarta-feira o sétimo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
“Nossa ideia é que o trem de alta velocidade fique integralmente pronto em 2014, ou pelo menos a ligação entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Isso é uma questão importante porque esse meio de transporte vai ser extremamente facilitador numa região que é muito importante na movimentação da Copa”,
Dilma explicou que o governo não está apresentando o projeto fechado para o investidor para que este tenha mobilidade na construção do empreendimento. “Não estamos apresentando o pacote fechado para o investidor. Vamos deixar que ele busque a melhor solução, a mais eficiente, mais rápida, mais de acordo com a tecnologia que ganhar.”
A ministra informou ainda que a construção e reforma de estádios para a Copa de 2014 não será de responsabilidade do governo. Segundo ela, o pactuado com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) é que essas obras sejam executadas com recursos privados, cabendo ao governo a avaliação de mobilidade urbana e de aeroportos. “Até para deixar um legado da Copa”, disse Dilma.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=113063/em_noticia_interna.shtml
“Nossa ideia é que o trem de alta velocidade fique integralmente pronto em 2014, ou pelo menos a ligação entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Isso é uma questão importante porque esse meio de transporte vai ser extremamente facilitador numa região que é muito importante na movimentação da Copa”,
Dilma explicou que o governo não está apresentando o projeto fechado para o investidor para que este tenha mobilidade na construção do empreendimento. “Não estamos apresentando o pacote fechado para o investidor. Vamos deixar que ele busque a melhor solução, a mais eficiente, mais rápida, mais de acordo com a tecnologia que ganhar.”
A ministra informou ainda que a construção e reforma de estádios para a Copa de 2014 não será de responsabilidade do governo. Segundo ela, o pactuado com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) é que essas obras sejam executadas com recursos privados, cabendo ao governo a avaliação de mobilidade urbana e de aeroportos. “Até para deixar um legado da Copa”, disse Dilma.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_7/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=7&id_noticia=113063/em_noticia_interna.shtml
Airbus enviou sinais automáticos de pane por 4 minutos.
Quatro minutos se passaram desde os primeiros sinais de problemas elétricos no avião da Air France que fazia o voo 447 até o desaparecimento da aeronave nas águas do Oceano Atlântico, com 228 pessoas a bordo. O Airbus A330 enfrentou, entre as 23h10 e as 23h14 (horários de Brasília), uma sequência de falhas elétricas e de equipamentos fundamentais ao voo, que levaram à perda dessas informações na cabine de comando. Parte dessas mensagens foi obtida pelo Jornal da Tarde com uma fonte da companhia.
O jato enviou pelo menos seis mensagens escritas automatizadas aos computadores da Air France, em tempo real, pelo sistema Acars (Sistema de Comunicação e Informação). Os comunicados foram traduzidos por um comandante de Airbus e mostram que o jato alertou sobre a perda de sistemas e tentativas de correção dos parâmetros eletrônicos, que entraram em pane generalizada. Falharam sistemas de referência como o Adiru (unidade que informa dados como altura e velocidades vertical, no ar e proa) e houve falha elétrica no computador principal de voo, entre outros sistemas.
Uma linha elétrica secundária chegou a assumir o comando da rede de cabos elétricos que enviam sinais para movimentar as superfícies de comando do jato - sem o que o controle do avião é virtualmente impossível. Os registros Acars começam às 23 horas, quando o comandante enviou uma mensagem manual informando sobre uma área de forte turbulência acima de nuvens de chuva carregadas de eletricidade e com fortes ventos. Dez minutos depois, outro comunicado indicava que piloto automático havia sido desconectado.
Às 23h10, surgem primeiros indícios de problemas elétricos, apontando falha no sistema principal de energia elétrica e desvio de potência para manter a navegabilidade. Nos próximos dois minutos, ao menos dois relatos eletrônicos informaram falhas nos sistemas de coleta e exibição de informações de voo. Às 23h13, falharam o computador primário de voo e um sistema auxiliar, responsável por comandar partes móveis da asa. Às 23h14, houve aumento na "velocidade vertical da cabine". Segundo pilotos, isso pode indicar despressurização ou até que, a essa altura, o A330 já estivesse em queda. As informações são do Jornal da Tarde.
fonte:http://noticias.br.msn.com/especial/voo-airfrance-desaparece.aspx?cp-documentid=20195798
O jato enviou pelo menos seis mensagens escritas automatizadas aos computadores da Air France, em tempo real, pelo sistema Acars (Sistema de Comunicação e Informação). Os comunicados foram traduzidos por um comandante de Airbus e mostram que o jato alertou sobre a perda de sistemas e tentativas de correção dos parâmetros eletrônicos, que entraram em pane generalizada. Falharam sistemas de referência como o Adiru (unidade que informa dados como altura e velocidades vertical, no ar e proa) e houve falha elétrica no computador principal de voo, entre outros sistemas.
Uma linha elétrica secundária chegou a assumir o comando da rede de cabos elétricos que enviam sinais para movimentar as superfícies de comando do jato - sem o que o controle do avião é virtualmente impossível. Os registros Acars começam às 23 horas, quando o comandante enviou uma mensagem manual informando sobre uma área de forte turbulência acima de nuvens de chuva carregadas de eletricidade e com fortes ventos. Dez minutos depois, outro comunicado indicava que piloto automático havia sido desconectado.
Às 23h10, surgem primeiros indícios de problemas elétricos, apontando falha no sistema principal de energia elétrica e desvio de potência para manter a navegabilidade. Nos próximos dois minutos, ao menos dois relatos eletrônicos informaram falhas nos sistemas de coleta e exibição de informações de voo. Às 23h13, falharam o computador primário de voo e um sistema auxiliar, responsável por comandar partes móveis da asa. Às 23h14, houve aumento na "velocidade vertical da cabine". Segundo pilotos, isso pode indicar despressurização ou até que, a essa altura, o A330 já estivesse em queda. As informações são do Jornal da Tarde.
fonte:http://noticias.br.msn.com/especial/voo-airfrance-desaparece.aspx?cp-documentid=20195798
terça-feira, 2 de junho de 2009
Airbus teve pane e despressurização.
Forte turbulência, repentina despressurização, raio e até um improvável atentado terrorista a bordo. Ainda é amplo o leque de hipóteses para explicar o desaparecimento do Airbus A330 da Air France, domingo à noite, no Oceano Atlântico.
As únicas informações seguras obtidas até agora pelas autoridades aeronáuticas do Brasil e da França partiram do sistema Eicas - dispositivo que transmite para a companhia dados sobre o funcionamento dos motores e dos principais equipamentos do avião - que comunicaram pane elétrica e despressurização.
Antes de entrar no espaço aéreo do Senegal (África), a Air France diz ter recebido uma mensagem automática com três dados: despressurização da cabine; power off (indicativo das turbinas com potência mínima) e falha no sistema elétrico. Segundo especialistas, no entanto, essas informações não levarão a nenhuma conclusão. Só terão relevância após serem analisadas com vários outros dados. Isoladas, as mensagens de despressurização e redução da potência dos motores não são consideradas tão preocupantes.
A situação se torna crítica conforme surgem outras panes, principalmente no sistema elétrico do avião. Diferentemente dos aviões da família Boeing, mais “mecânicos”, os Airbus são construídos sobre uma plataforma altamente informatizada. E, para investigadores militares, é remota a hipótese de que uma forte turbulência ou um raio sejam os únicos responsáveis pela provável queda da aeronave. A fuselagem dos aviões é projetada para suportar intempéries até dez vezes mais severas do que as piores já registradas na história da aviação. As aeronaves têm uma eficiente blindagem elétrica. Uma turbulência, por mais forte que seja, também não seria suficiente para derrubar o avião.
Além do desaparecimento incomum, chama a atenção das autoridades o fato de que o sistema ELT, que emite sinais de emergência, não ter funcionado. Dentro das caixas-pretas, o ELT transmite sinais de socorro após a aeronave sofrer forte impacto. Em 2006, após se chocar com o jato Legacy, o ELT do Boeing 737 da Gol deixou de funcionar, porque o avião havia se desintegrado no ar, o que pode ter ocorrido com o A330 da Air France. O ELT pode estar em águas tão profundas que os sinais não conseguem atingir a superfície.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=112832/em_noticia_interna.shtml
As únicas informações seguras obtidas até agora pelas autoridades aeronáuticas do Brasil e da França partiram do sistema Eicas - dispositivo que transmite para a companhia dados sobre o funcionamento dos motores e dos principais equipamentos do avião - que comunicaram pane elétrica e despressurização.
Antes de entrar no espaço aéreo do Senegal (África), a Air France diz ter recebido uma mensagem automática com três dados: despressurização da cabine; power off (indicativo das turbinas com potência mínima) e falha no sistema elétrico. Segundo especialistas, no entanto, essas informações não levarão a nenhuma conclusão. Só terão relevância após serem analisadas com vários outros dados. Isoladas, as mensagens de despressurização e redução da potência dos motores não são consideradas tão preocupantes.
A situação se torna crítica conforme surgem outras panes, principalmente no sistema elétrico do avião. Diferentemente dos aviões da família Boeing, mais “mecânicos”, os Airbus são construídos sobre uma plataforma altamente informatizada. E, para investigadores militares, é remota a hipótese de que uma forte turbulência ou um raio sejam os únicos responsáveis pela provável queda da aeronave. A fuselagem dos aviões é projetada para suportar intempéries até dez vezes mais severas do que as piores já registradas na história da aviação. As aeronaves têm uma eficiente blindagem elétrica. Uma turbulência, por mais forte que seja, também não seria suficiente para derrubar o avião.
Além do desaparecimento incomum, chama a atenção das autoridades o fato de que o sistema ELT, que emite sinais de emergência, não ter funcionado. Dentro das caixas-pretas, o ELT transmite sinais de socorro após a aeronave sofrer forte impacto. Em 2006, após se chocar com o jato Legacy, o ELT do Boeing 737 da Gol deixou de funcionar, porque o avião havia se desintegrado no ar, o que pode ter ocorrido com o A330 da Air France. O ELT pode estar em águas tão profundas que os sinais não conseguem atingir a superfície.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=112832/em_noticia_interna.shtml
FAB encontra destroços de avião

Avião francês Atlantic ajuda nos trabalhos para a localização do Airbus
O Comando da Aeronáutica informou nesta terça-feira que as aeronaves que realizam as buscas ao Airbus A330 encontraram supostos destroços flutuando 650 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha.
De acordo com o coronel Jorge Amaral, a aeronave R996751 da Força Aérea Brasileira decolou de Fernando de Noronha às 22h35 de segunda-feira, para a realização de varredura com utilização de radares de abertura sintética e por volta da 1 hora identificou retornos no radar que indicavam materiais metálicos e não metálicos flutuando no oceano.
”Foram avistados materiais em pontos distantes a cerca de 160 quilômetros um do outro, entre eles uma poltrona do avião, pequenos pedaços brancos, uma boia laranja e vestígios de óleo e querosene. Porém, nós não podemos dizer ainda que os destroços são da aeronave. O Comando da Aeronáutica precisa de uma peça que tenha um número de série, uma identificação que comprove que ela pertence àquela aeronave”, disse o coronel.
Rádio-amador
Segundo as primeiras informações, um rádio-amador, que tem uma central de comunicação em contato permanente com os pilotos da Força Aérea Brasileira (FAB), que estão sobrevoando a área de busca, teria ouvido que foi avistada uma poltrona, que pode ser da aeronave do Airbus, além de manchas na água, que podem ser do querosene do avião.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=112835/em_noticia_interna.shtml
Reajustes expulsam idosos dos planos de saúde
Maiores de 60 anos estão sendo expulsos de planos de saúde. Especialmente os usuários de serviços contratados antes da Lei 9.656/1998 e, por isso, conhecidos como antigos, que sobrevivem em uma espécie de limbo da cobertura médica privada. Mais de 11 milhões de pessoas usuárias desses planos em todo o país foram deixadas de fora das normas que regulamentam o setor. Uma das questões mais polêmicas do segmento, o reajuste da mensalidade, se transformou em uma queda de braço entre operadoras e consumidores. Apesar de o Estatuto do Idoso prever que os reajustes não podem ter como justificativa a terceira idade, as mensalidades continuam sendo remarcadas a ponto de levar os mais velhos a desistirem do sistema de cobertura.
Com a falta de regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a Justiça tem sido a saída para quem, de repente, vê a fatura dobrar de preço e é forçado a abandonar o serviço. Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu reajuste do casal de aposentados Geraldo Fernandes da Mata, 73 anos, e Maria Efigênia de Castro, 70. A decisão acompanha orientação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual o Estatuto do Idoso é soberano e tem aplicabilidade sobre todos os contratos de planos de saúde, inclusive os que tenham sido assinados antes da sua publicação, em outubro de 2003. O casal briga contra um reajuste, baseado na faixa etária, que dobrou o valor da mensalidade. O custo da cobertura de cerca de R$ 420 saltou para R$ 870, encarecendo a fatura em 107,14%.
O impasse do casal de Belo Horizonte com a Unimed-BH foi parar nos tribunais e, em março, a 11ª Câmara Cível do TJMG proibiu o reajuste. A defesa do aposentado utilizou como principal argumento o estatuto, que veda aos maiores de 60 anos aumento de preços baseados simplesmente na mudança de faixa etária. Em seu parecer, a desembargadora Selma Marques, relatora do recurso, ressaltou que “é razoável que os contratantes de maior risco paguem uma contribuição um pouco superior comparativamente aos de faixa etária de menor risco, no entanto, o reajuste não pode configurar um empecilho à manutenção do usuário no plano de saúde”. Como a cooperativa recorreu da decisão, os aposentados contam com a ajuda dos cinco filhos, que estão arcando com o valor extra. “Se não fosse isso, não poderíamos continuar com o plano”, comenta Geraldo Mata.
Mas quando o plano é antigo, os reajustes não ameaçam apenas quem atinge os 60. Usuário de uma cobertura individual contratada em 1989, o engenheiro agrícola Rodrigo de Carvalho , 48 anos, considera que o segmento foi abandonado. Ele questiona a não regulamentação do setor, que, além da polêmica dos reajustes, exclui dos planos antigos benefícios como a atualização do rol de procedimentos ou mesmo a recém-aprovada portabilidade. “A saúde passou a existir só depois de 98? Parece que o objetivo é fazer com que o consumidor do plano antigo desista do produto.” O engenheiro questiona ainda o reajuste de seu plano, feito pelo IGP-M, o que teria pressionado os preços da mensalidade. “Meu contrato previa a correção pelo IPC. Como o índice foi extinto, seria justa uma substituição por outro indicador, também do IBGE, no caso o IPCA, índice oficial da inflação no país”, defende.
Segundo a ANS, a regulamentação do setor é vetada por lei. No entanto, Juliana Ferreira, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), defende que, apesar de a regulamentação das coberturas antigas ter sido proibida com base em uma lei de 1998, existe a norma do setor, de 2001, que atribui à agência a função de regulamentar todo o segmento. “Não há razão para a ANS se negar a regulamentar esse segmento.”
A Unimed-BH informou em nota que os reajustes de planos antigos seguem o que estabelecem os contratos firmados com os clientes, obedecendo também às decisões judiciais. Os percentuais aplicados são definidos com base em cálculos atuariais de maneira a buscar o equilíbrio, não onerando.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112803/em_noticia_interna.shtml
Com a falta de regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a Justiça tem sido a saída para quem, de repente, vê a fatura dobrar de preço e é forçado a abandonar o serviço. Em recente decisão, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) proibiu reajuste do casal de aposentados Geraldo Fernandes da Mata, 73 anos, e Maria Efigênia de Castro, 70. A decisão acompanha orientação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual o Estatuto do Idoso é soberano e tem aplicabilidade sobre todos os contratos de planos de saúde, inclusive os que tenham sido assinados antes da sua publicação, em outubro de 2003. O casal briga contra um reajuste, baseado na faixa etária, que dobrou o valor da mensalidade. O custo da cobertura de cerca de R$ 420 saltou para R$ 870, encarecendo a fatura em 107,14%.
O impasse do casal de Belo Horizonte com a Unimed-BH foi parar nos tribunais e, em março, a 11ª Câmara Cível do TJMG proibiu o reajuste. A defesa do aposentado utilizou como principal argumento o estatuto, que veda aos maiores de 60 anos aumento de preços baseados simplesmente na mudança de faixa etária. Em seu parecer, a desembargadora Selma Marques, relatora do recurso, ressaltou que “é razoável que os contratantes de maior risco paguem uma contribuição um pouco superior comparativamente aos de faixa etária de menor risco, no entanto, o reajuste não pode configurar um empecilho à manutenção do usuário no plano de saúde”. Como a cooperativa recorreu da decisão, os aposentados contam com a ajuda dos cinco filhos, que estão arcando com o valor extra. “Se não fosse isso, não poderíamos continuar com o plano”, comenta Geraldo Mata.
Mas quando o plano é antigo, os reajustes não ameaçam apenas quem atinge os 60. Usuário de uma cobertura individual contratada em 1989, o engenheiro agrícola Rodrigo de Carvalho , 48 anos, considera que o segmento foi abandonado. Ele questiona a não regulamentação do setor, que, além da polêmica dos reajustes, exclui dos planos antigos benefícios como a atualização do rol de procedimentos ou mesmo a recém-aprovada portabilidade. “A saúde passou a existir só depois de 98? Parece que o objetivo é fazer com que o consumidor do plano antigo desista do produto.” O engenheiro questiona ainda o reajuste de seu plano, feito pelo IGP-M, o que teria pressionado os preços da mensalidade. “Meu contrato previa a correção pelo IPC. Como o índice foi extinto, seria justa uma substituição por outro indicador, também do IBGE, no caso o IPCA, índice oficial da inflação no país”, defende.
Segundo a ANS, a regulamentação do setor é vetada por lei. No entanto, Juliana Ferreira, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), defende que, apesar de a regulamentação das coberturas antigas ter sido proibida com base em uma lei de 1998, existe a norma do setor, de 2001, que atribui à agência a função de regulamentar todo o segmento. “Não há razão para a ANS se negar a regulamentar esse segmento.”
A Unimed-BH informou em nota que os reajustes de planos antigos seguem o que estabelecem os contratos firmados com os clientes, obedecendo também às decisões judiciais. Os percentuais aplicados são definidos com base em cálculos atuariais de maneira a buscar o equilíbrio, não onerando.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112803/em_noticia_interna.shtml
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Mutirão quer salvar casarões históricos em Ouro Preto
Fundação de Arte de Ouro Preto e Instituto Federal de Minas Gerais se unem para doar projetos de restauração de casarões a famílias que não teriam como pagar pelo serviço
Gustavo Werneck - Estado de Minas

Participantes tiram medidas em imóvel histórico na Rua Antônio de Albuquerque, um dos 20 beneficiados: sem o programa, serviço custaria cerca de R$ 10 mil
Ouro Preto – A trena desliza suavemente ao longo da parede de pedra que guarda, em mais de dois séculos, marcas do convívio familiar, de histórias da cidade e da arquitetura da antiga Vila Rica. Conferida a metragem da fachada, a equipe pede licença e entra no sobrado da Rua Santa Efigênia, no Bairro Antônio Dias, no Centro Histórico. Está na hora de verificar as condições da madeira do telhado, do piso de todos os cômodos e da estrutura da casa. Nos últimos dois meses, num sobe e desce escada diário, essa vem sendo a rotina dos estudantes que atuam na elaboração de projetos de restauração, gratuitos, para 20 residências de valor cultural de Ouro Preto, na Região Central, a 95 quilômetros de BH. O programa, pioneiro no país, é fruto da parceria entre a Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), vinculada ao sistema estadual de cultura, e o Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG, ex-Cefet).
Na entrada do sobrado pintado de verde e branco, a dona de casa Elizabeth da Silva Gualberto se mostra satisfeita com os levantamentos técnicos feitos pela turma, que reúne 10 alunos do curso superior de tecnologia em restauração do IFMG e cinco do Núcleo de Ofícios da Faop, a qual mantém um laboratório específico para dar suporte ao programa. Ao lado da mãe, Maria Pia, de 68, e dos três filhos, ela afirma que jamais teria condições de pagar por um projeto para recuperar o patrimônio de herdeiros: “Esse é um bem que vai ficar para os meus filhos. Por isso, temos que dar um jeito de preservar a casa, pois tem muita madeira podre, é perigoso”.
Assim como os demais beneficiados pelo programa, que leva em conta critérios como renda per capita, valor cultural do imóvel e estado de conservação, Elizabeth vai receber a planta aprovada pela prefeitura e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pelo tombamento de Ouro Preto há 71 anos. "A partir daí, vamos tentar arrumar os recursos para a obra", diz a dona de casa, com esperança. Segundo a coordenadora do Laboratório de Restauração, arquiteta Cristina Simão, o trabalho, patrocinado pela empresa Novelis, contempla aqueles que não teriam como pagar um projeto de restauração e executar as obras nas residências dos séculos 18 e 19, tão importantes no cenário da cidade, dona do título de patrimônio da humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/01/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=112648/em_noticia_interna.shtml
Gustavo Werneck - Estado de Minas

Participantes tiram medidas em imóvel histórico na Rua Antônio de Albuquerque, um dos 20 beneficiados: sem o programa, serviço custaria cerca de R$ 10 mil
Ouro Preto – A trena desliza suavemente ao longo da parede de pedra que guarda, em mais de dois séculos, marcas do convívio familiar, de histórias da cidade e da arquitetura da antiga Vila Rica. Conferida a metragem da fachada, a equipe pede licença e entra no sobrado da Rua Santa Efigênia, no Bairro Antônio Dias, no Centro Histórico. Está na hora de verificar as condições da madeira do telhado, do piso de todos os cômodos e da estrutura da casa. Nos últimos dois meses, num sobe e desce escada diário, essa vem sendo a rotina dos estudantes que atuam na elaboração de projetos de restauração, gratuitos, para 20 residências de valor cultural de Ouro Preto, na Região Central, a 95 quilômetros de BH. O programa, pioneiro no país, é fruto da parceria entre a Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), vinculada ao sistema estadual de cultura, e o Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG, ex-Cefet).
Na entrada do sobrado pintado de verde e branco, a dona de casa Elizabeth da Silva Gualberto se mostra satisfeita com os levantamentos técnicos feitos pela turma, que reúne 10 alunos do curso superior de tecnologia em restauração do IFMG e cinco do Núcleo de Ofícios da Faop, a qual mantém um laboratório específico para dar suporte ao programa. Ao lado da mãe, Maria Pia, de 68, e dos três filhos, ela afirma que jamais teria condições de pagar por um projeto para recuperar o patrimônio de herdeiros: “Esse é um bem que vai ficar para os meus filhos. Por isso, temos que dar um jeito de preservar a casa, pois tem muita madeira podre, é perigoso”.
Assim como os demais beneficiados pelo programa, que leva em conta critérios como renda per capita, valor cultural do imóvel e estado de conservação, Elizabeth vai receber a planta aprovada pela prefeitura e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), responsável pelo tombamento de Ouro Preto há 71 anos. "A partir daí, vamos tentar arrumar os recursos para a obra", diz a dona de casa, com esperança. Segundo a coordenadora do Laboratório de Restauração, arquiteta Cristina Simão, o trabalho, patrocinado pela empresa Novelis, contempla aqueles que não teriam como pagar um projeto de restauração e executar as obras nas residências dos séculos 18 e 19, tão importantes no cenário da cidade, dona do título de patrimônio da humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/06/01/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=112648/em_noticia_interna.shtml
Justiça flagra 154 operários em trabalho escravo em MG.
Uma operação da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho libertou 154 operários em situação de trabalho escravo numa carvoaria em Várzea da Palma, em Minas Gerais, próximo à divisa com a Bahia. Eles trabalhavam para a Rotavi, fabricante de ferro ligas e ligas à base de silício. Segundo o auditor do Ministério do Trabalho, Klinger Moreira, a operação foi montada a partir de uma denúncia.
Quando chegaram ao local, os policiais constataram a situação degradante de trabalho. "Eles estavam em dois alojamento em péssimas condições e trabalhavam sem nenhum equipamento de proteção individual", disse Moreira. Eles deveriam usar capacetes, luvas, filtros e roupas que os protegessem contra o calor dos fornos da carvoaria.
Além disso, relatou Moreira, eles não recebiam salário, apenas pequenos adiantamentos, e eram obrigados a comprar alimentos e outros produtos de uso pessoal com ágio de 30% a 50%.
Esta semana o Ministério Público e o Ministério do Trabalho irão concluir o processo de libertação dos trabalhadores, obrigando a empresa a arcar com os custos trabalhistas, para só então definir a multa e os crimes praticados e oferecer a denúncia (acusação formal).
A Rotavi tem sede em São Paulo e está em nome do empresário Sidênio Joaquim Ferreira Costa, que não foi localizado pela reportagem do Estado.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/31/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=112636/em_noticia_interna.shtml
Quando chegaram ao local, os policiais constataram a situação degradante de trabalho. "Eles estavam em dois alojamento em péssimas condições e trabalhavam sem nenhum equipamento de proteção individual", disse Moreira. Eles deveriam usar capacetes, luvas, filtros e roupas que os protegessem contra o calor dos fornos da carvoaria.
Além disso, relatou Moreira, eles não recebiam salário, apenas pequenos adiantamentos, e eram obrigados a comprar alimentos e outros produtos de uso pessoal com ágio de 30% a 50%.
Esta semana o Ministério Público e o Ministério do Trabalho irão concluir o processo de libertação dos trabalhadores, obrigando a empresa a arcar com os custos trabalhistas, para só então definir a multa e os crimes praticados e oferecer a denúncia (acusação formal).
A Rotavi tem sede em São Paulo e está em nome do empresário Sidênio Joaquim Ferreira Costa, que não foi localizado pela reportagem do Estado.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/31/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=112636/em_noticia_interna.shtml
Grávida é atacada por pit bull em Contagem
Uma mulher de 23 anos, grávida de três meses, foi atacada por um cão pit bull na manhã desde domingo na Vila Amarelo, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Militar, o cachorro era de um vizinho da vítima e fugiu do canil, atacando-a no quintal de sua casa. O cunhado da jovem, que estava próximo ao local, deu várias pauladas no cachorro e conseguiu soltá-lo.
A mulher teve cortes profundos na coxa e panturrilha e foi levada pelos vizinhos à Policlínica do Ressaca mas, pela gravidade do caso, foi transferida para o Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/31/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=112612/em_noticia_interna.shtml
Segundo a Polícia Militar, o cachorro era de um vizinho da vítima e fugiu do canil, atacando-a no quintal de sua casa. O cunhado da jovem, que estava próximo ao local, deu várias pauladas no cachorro e conseguiu soltá-lo.
A mulher teve cortes profundos na coxa e panturrilha e foi levada pelos vizinhos à Policlínica do Ressaca mas, pela gravidade do caso, foi transferida para o Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/05/31/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=112612/em_noticia_interna.shtml
Copa vai atrair investimentos para a Grande BH.
Graziela Reis - Estado de Minas

Como já era esperado, o Mineirão será um dos 12 estádios a receber jogos
Os horizontes da capital mineira vão ter um novo aspecto quando a bola começar a rolar no gramado do Mineirão, na Copa do Mundo de 2014. Até o início das partidas, BH e os municípios mais próximos vão atrair milhões de reais em investimentos do poder público e da iniciativa privada. A movimentação dos empresários está em campo. Todos têm um objetivo em comum: apenas investir em projetos que permaneçam lucrativos depois que os portões dos estádios forem fechados. A ideia é consolidar Belo Horizonte como um destino internacional do turismo de negócios, para que ela possa ganhar com eventos antes da Copa e muito mais depois dela.
Segundo a secretária de estado de Turismo, Érica Drumond, o importante é aprimorar uma agenda internacional. Só com a garantia de que haverá feiras, congressos e exposições com bom público é que os investimentos serão definidos e concretizados. “Temos de aprimorar a captação de eventos internacionais de porte”, afirma. Para receber esse tipo de turismo de negócios, no entanto, a Região Metropolitana de Belo Horizonte ainda é carente de estrutura. Apenas o Expominas e o Minascentro não dão conta de sediar mais eventos do que o previsto atualmente. É por isso que os investimentos em centros de convenções vão ser os primeiros a sair do papel. Nessa área serão, pelo menos, R$ 267 milhões em aportes, antes de 2014
Nesse montante entram a construção do Centro de Convenções de Belo Horizonte, na Avenida Cristiano Machado (em frente ao Hotel Ouro Minas); do Centro de Convenções do Inhotim, em Brumadinho (na Grande BH); e a expansão do Expominas. Com esses espaços prontos, passam a ser justificáveis os investimentos em hotelaria. A presidente da regional mineira da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), Silvania Capanema, conta que hoje há 112 hotéis em BH. Na Região Central de Minas, ou seja, a até uma hora e meia do Mineirão, há uma rede com mais de 300 unidades hoteleiras, contando com pousadas.
Isso significa uma capacidade para hospedar cerca de 32 mil pessoas. “Como um jogo importante deve atrair umas 20 mil pessoas, acredito que estamos bem. Mas é necessário melhorar as opções existentes.” No entanto, é bom observar que a Fifa avaliou a rede hoteleira de BH como uma das piores do país.
Recepção à vista
Além das reformas que vão ser providenciadas pelos empresários, no setor hoteleiro já há investimentos em curso que vão também atender aos torcedores da Copa. São, pelo menos, sete projetos na Grande BH. A Accor tem dois hotéis definidos para a região. A Arco Thess Hotéis também tem dois empreendimentos da bandeira San Diego. Em Brumadinho, o empresário Bernardo Paz prepara dois projetos: um hotel com capacidade para até 300 apartamentos e uma pousada sofisticada com 43 chalés.
No município ainda há outro projeto, o do Chelsea Hotel, com 38 quartos. Apenas esses empreendimentos já definidos devem representar mais de R$ 150 milhões em investimentos. Mas a expectativa é de que até 2014 esse montante chegue perto de R$ 600 milhões, com um total de 30 novos projetos na região. A maioria deve ser definida em 2011, uma vez que são necessários dois anos para a construção de um hotel.
Ainda são esperados investimentos em entretenimento. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG), Paulo Nonaka, acredita que, apesar da volatilidade do setor, é possível um acréscimo de 1 mil estabelecimentos aos 12 mil já existentes. A secretária de Turismo, Érica Drumond, lembra que o gasto do turista internacional no Brasil chega à média de US$ 250 (cerca de R$ 500) por dia.
Em uma estimativa conservadora, com 15 mil pessoas de fora assistindo aos jogos em BH, durante a Copa esse público pode representar uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 300 milhões. O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Roberto Alfeu, lembra que em 2006 a Alemanha registrou movimentação financeira de US$ 2,5 bilhões com a Copa do Mundo. “Como estamos entre as maiores cidades do país, acredito que podemos ficar com uma boa fatia.”
Pelo ar
O Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) e o da Pampulha também vão passar por melhorias. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), até março de 2014 Confins vai receber R$ 215,5 milhões para ampliação do terminal de passageiros e construção de edifício garagem. Isso sem contar recursos previstos entre este ano e 2011, que passam de R$ 63 milhões e incluem o aumento da pista de pouso e decolagem em 600 metros.
Na Pampulha, a Infraero vai investir R$ 7 milhões nos próximos quatro anos em ampliação do pátio de aeronaves, entre outras modificações. Na opinião do arquiteto Gustavo Penna, que tem sua assinatura no projeto do Centro de Convenções de Inhotim e no Expominas, “não há como frear” as mudanças em BH até 2014.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/01/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112647/em_noticia_interna.shtml

Como já era esperado, o Mineirão será um dos 12 estádios a receber jogos
Os horizontes da capital mineira vão ter um novo aspecto quando a bola começar a rolar no gramado do Mineirão, na Copa do Mundo de 2014. Até o início das partidas, BH e os municípios mais próximos vão atrair milhões de reais em investimentos do poder público e da iniciativa privada. A movimentação dos empresários está em campo. Todos têm um objetivo em comum: apenas investir em projetos que permaneçam lucrativos depois que os portões dos estádios forem fechados. A ideia é consolidar Belo Horizonte como um destino internacional do turismo de negócios, para que ela possa ganhar com eventos antes da Copa e muito mais depois dela.
Segundo a secretária de estado de Turismo, Érica Drumond, o importante é aprimorar uma agenda internacional. Só com a garantia de que haverá feiras, congressos e exposições com bom público é que os investimentos serão definidos e concretizados. “Temos de aprimorar a captação de eventos internacionais de porte”, afirma. Para receber esse tipo de turismo de negócios, no entanto, a Região Metropolitana de Belo Horizonte ainda é carente de estrutura. Apenas o Expominas e o Minascentro não dão conta de sediar mais eventos do que o previsto atualmente. É por isso que os investimentos em centros de convenções vão ser os primeiros a sair do papel. Nessa área serão, pelo menos, R$ 267 milhões em aportes, antes de 2014
Nesse montante entram a construção do Centro de Convenções de Belo Horizonte, na Avenida Cristiano Machado (em frente ao Hotel Ouro Minas); do Centro de Convenções do Inhotim, em Brumadinho (na Grande BH); e a expansão do Expominas. Com esses espaços prontos, passam a ser justificáveis os investimentos em hotelaria. A presidente da regional mineira da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), Silvania Capanema, conta que hoje há 112 hotéis em BH. Na Região Central de Minas, ou seja, a até uma hora e meia do Mineirão, há uma rede com mais de 300 unidades hoteleiras, contando com pousadas.
Isso significa uma capacidade para hospedar cerca de 32 mil pessoas. “Como um jogo importante deve atrair umas 20 mil pessoas, acredito que estamos bem. Mas é necessário melhorar as opções existentes.” No entanto, é bom observar que a Fifa avaliou a rede hoteleira de BH como uma das piores do país.
Recepção à vista
Além das reformas que vão ser providenciadas pelos empresários, no setor hoteleiro já há investimentos em curso que vão também atender aos torcedores da Copa. São, pelo menos, sete projetos na Grande BH. A Accor tem dois hotéis definidos para a região. A Arco Thess Hotéis também tem dois empreendimentos da bandeira San Diego. Em Brumadinho, o empresário Bernardo Paz prepara dois projetos: um hotel com capacidade para até 300 apartamentos e uma pousada sofisticada com 43 chalés.
No município ainda há outro projeto, o do Chelsea Hotel, com 38 quartos. Apenas esses empreendimentos já definidos devem representar mais de R$ 150 milhões em investimentos. Mas a expectativa é de que até 2014 esse montante chegue perto de R$ 600 milhões, com um total de 30 novos projetos na região. A maioria deve ser definida em 2011, uma vez que são necessários dois anos para a construção de um hotel.
Ainda são esperados investimentos em entretenimento. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG), Paulo Nonaka, acredita que, apesar da volatilidade do setor, é possível um acréscimo de 1 mil estabelecimentos aos 12 mil já existentes. A secretária de Turismo, Érica Drumond, lembra que o gasto do turista internacional no Brasil chega à média de US$ 250 (cerca de R$ 500) por dia.
Em uma estimativa conservadora, com 15 mil pessoas de fora assistindo aos jogos em BH, durante a Copa esse público pode representar uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 300 milhões. O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Roberto Alfeu, lembra que em 2006 a Alemanha registrou movimentação financeira de US$ 2,5 bilhões com a Copa do Mundo. “Como estamos entre as maiores cidades do país, acredito que podemos ficar com uma boa fatia.”
Pelo ar
O Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) e o da Pampulha também vão passar por melhorias. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), até março de 2014 Confins vai receber R$ 215,5 milhões para ampliação do terminal de passageiros e construção de edifício garagem. Isso sem contar recursos previstos entre este ano e 2011, que passam de R$ 63 milhões e incluem o aumento da pista de pouso e decolagem em 600 metros.
Na Pampulha, a Infraero vai investir R$ 7 milhões nos próximos quatro anos em ampliação do pátio de aeronaves, entre outras modificações. Na opinião do arquiteto Gustavo Penna, que tem sua assinatura no projeto do Centro de Convenções de Inhotim e no Expominas, “não há como frear” as mudanças em BH até 2014.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/01/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112647/em_noticia_interna.shtml
Montadoras têm semana decisiva.
O mercado automotivo concentra a atenção nos Estados Unidos esta semana. No tabuleiro da crise mundial, a queda do consumo e a inadimplência colocaram em xeque o império quatro rodas americano. A movimentação de peças, contudo, pode dar outro rumo ao jogo. A General Motors (GM) se mexe para não cair. Deve arquivar pedido de concordata (similar à recuperação judicial no Brasil) no Tribunal de Falências de Nova York nesta segunda-feira, com direito a pronunciamento do presidente dos EUA, Barack Obama. E a Fiat pode engolir a Chrysler. A Justiça americana deve se pronunciar hoje sobre o plano que prevê a venda dos ativos sadios da montadora americana ao grupo italiano.
Uma solução para a GM, que durante 77 anos foi líder no setor automobilístico mundial, está mais próxima. Um grupo de credores com direito a 54% da dívida de US$ 27 bilhões contraída pela montadora americana aceitou no início da madrugada de domingo trocar os débitos por ações, com participação de até 25% da companhia que surgirá após a reestruturação da montadora. O presidente do conglomerado, Fritz Henderson, concede entrevista coletiva hoje em Nova York, onde deve anunciar a concordata. Barack Obama também prometeu pronunciamento sobre a situação da maior montadora do país.
Desde dezembro, a GM está funcionando graças aos US$ 19,4 bilhões que o governo dos EUA emprestou à empresa. Além disso, o fabricante diz que precisará de mais US$ 7,6 bilhões a partir de hoje para manter a produção em suas unidades. A montadora sugeriu dar 10% das ações da nova GM e garantia para aumentar a participação aos credores, entre os quais 100 mil investidores individuais. Caberá ao Departamento do Tesouro americano, que patrocinou o acordo e é o principal detentor da futura companhia, determinar se o número de credores que concordaram com a troca foi suficiente. Por enquanto, o Tesouro dos EUA permanece como principal detentor da futura companhia, com 72,5% de participação acionária, seguido pelo United Auto Workers (UAW), central sindical, com 17,5% dos títulos.
Em uma corrida contra o tempo, na noite da sexta-feira, o governo alemão aceitou a oferta de US$ 1 bilhão da canadense Magna International pela Opel, subsidiária alemã da GM. O acordo visa a proteger a Opel de cobranças caso a americana GM peça proteção à Lei de Falências americana. A Magna participou da disputa ao lado do banco russo Sberbank, de onde possivelmente virá o dinheiro, e do GAZ, construtor de caminhões também russo. No sábado, a chanceler alemã, Angela Merkel, comemorou o acordo, destacando o salvamento não só da Opel, como de seus 55 mil empregados na Europa. No processo de reestruturação, está previsto o fechamento de fábricas, demissão de funcionários, venda de marcas e acordos para reorganizar seus mercados.
Mas como essa reestruturação afeta as operações da GM, dona da marca Chevrolet, no Brasil? O presidente da montadora para o Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, dará coletiva de imprensa terça-feira justamente para comentar o “estado dos negócios” da empresa no país. O especialista em indústria automobilística José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil, acredita que as movimentações podem respingar no país. “Vai depender do que terá que se desfazer para cobrir dívidas. Nessa equação, pode ser que tenha de vender ativos na América do Sul. A própria Fiat, que já sinalizou certo interesse, pode arrematar algo. Não vejo como bom negócio, porque não haveria sinergia. Mas depende do preço. Por isso, esta semana é tão importante”, avaliou.
fonte:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/01/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112644/em_noticia_interna.shtml
Uma solução para a GM, que durante 77 anos foi líder no setor automobilístico mundial, está mais próxima. Um grupo de credores com direito a 54% da dívida de US$ 27 bilhões contraída pela montadora americana aceitou no início da madrugada de domingo trocar os débitos por ações, com participação de até 25% da companhia que surgirá após a reestruturação da montadora. O presidente do conglomerado, Fritz Henderson, concede entrevista coletiva hoje em Nova York, onde deve anunciar a concordata. Barack Obama também prometeu pronunciamento sobre a situação da maior montadora do país.
Desde dezembro, a GM está funcionando graças aos US$ 19,4 bilhões que o governo dos EUA emprestou à empresa. Além disso, o fabricante diz que precisará de mais US$ 7,6 bilhões a partir de hoje para manter a produção em suas unidades. A montadora sugeriu dar 10% das ações da nova GM e garantia para aumentar a participação aos credores, entre os quais 100 mil investidores individuais. Caberá ao Departamento do Tesouro americano, que patrocinou o acordo e é o principal detentor da futura companhia, determinar se o número de credores que concordaram com a troca foi suficiente. Por enquanto, o Tesouro dos EUA permanece como principal detentor da futura companhia, com 72,5% de participação acionária, seguido pelo United Auto Workers (UAW), central sindical, com 17,5% dos títulos.
Em uma corrida contra o tempo, na noite da sexta-feira, o governo alemão aceitou a oferta de US$ 1 bilhão da canadense Magna International pela Opel, subsidiária alemã da GM. O acordo visa a proteger a Opel de cobranças caso a americana GM peça proteção à Lei de Falências americana. A Magna participou da disputa ao lado do banco russo Sberbank, de onde possivelmente virá o dinheiro, e do GAZ, construtor de caminhões também russo. No sábado, a chanceler alemã, Angela Merkel, comemorou o acordo, destacando o salvamento não só da Opel, como de seus 55 mil empregados na Europa. No processo de reestruturação, está previsto o fechamento de fábricas, demissão de funcionários, venda de marcas e acordos para reorganizar seus mercados.
Mas como essa reestruturação afeta as operações da GM, dona da marca Chevrolet, no Brasil? O presidente da montadora para o Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, dará coletiva de imprensa terça-feira justamente para comentar o “estado dos negócios” da empresa no país. O especialista em indústria automobilística José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil, acredita que as movimentações podem respingar no país. “Vai depender do que terá que se desfazer para cobrir dívidas. Nessa equação, pode ser que tenha de vender ativos na América do Sul. A própria Fiat, que já sinalizou certo interesse, pode arrematar algo. Não vejo como bom negócio, porque não haveria sinergia. Mas depende do preço. Por isso, esta semana é tão importante”, avaliou.
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